BEM VINDO A EMYLUZ BLOGSPOT!

BEM-AVENTURADO O HOMEM QUE ACHA SABEDORIA, E O HOMEM QUE ADQUIRE CONHECIMENTO

(Provérbio 3,13).

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

FELICIDADE


A felicidade é um estado da alma, é uma identificação com a vida.
Não estar feliz não significa não ser feliz.
O mundo, com suas preocupações naturais da existência humana, muitas vezes toma o lugar da felicidade do coração, por que a humanidade, de modo geral, ainda não se conscientizou que ser feliz não é ter, mas Ser.
Ser feliz não é viver para ter, mas viver para Ser.
Ser feliz não é viver para possuir, mas viver para compartilhar.
Ser feliz não é viver para ganhar, mas viver com gratidão a vida.
Precisamos nos lembrar sempre que ser feliz é amar a vida, trazer para cada novo dia um sentimento de gratidão na alma, buscar e viver em comunhão com o Pai Eterno, sabendo que sua única vontade é somente o nosso bem...
Saber que sua única vontade é somente a nosso favor e a favor da nossa felicidade.
Muita paz!

Fonte: AKAN (Tomi) A Magia das Imagens.
Roberto Saul; O Divino Jogo do Ser.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

CEGUEIRA ESPIRITUAL

Texto extraído do site www.ichitus.com.br escrito pelo pastor Mário Fernandes:
Dizem que o pior cego é o que não quer ver. Discordo. Já que tenho fama de chato mesmo, posso discordar a vontade! Mas leia até o final antes de me apedrejar...
O pior cego é aquele que não usa bengala. Isso mesmo! Todo cego sabe que é cego (não consigo imaginar como não saiba!), e se não usa bengala das duas uma: ou é mais chato do que eu e não se importa com o incômodo que causa aos demais, ou simplesmente não admite que é cego. E aí é briga dura, não sei qual é o pior.
Se o cego sabe que é cego, e tem de saber, deveria se portar como tal e aceitar ajuda para o que for necessário. Ocorre que muitas pessoas que conheço sofrem de outro tipo de cegueira, tal que dá margem a não se dar conta de quanto é cega: a cegueira espiritual. Não enxerga nem uma palavra na frente do seu nariz. Tropeça todos os dias. Não pede nem aceita ajuda. E não usa bengala... É das piores.
Faça um exame oftalmo-teológico-bíblico-prático agora e meça sua cegueira:
Não consegue ler a Bíblia
Não enxerga ninguém para evangelizar
Não vê dificuldade em nada nem ninguém
Não consegue olhar em volta
Não percebe a presença de Deus
Não acha tempo para orar
Não vê como pode ajudar
Não consegue ver os campos brancos
Não vê uma saída ou esperança na vida
Se você não marcou nada, ótimo: forneça bengalas! Urgente! Tem gente precisando! Comece agora mesmo...
Se você marcou até 3, você é meio míope. Procure um Pastor.
Se você marcou de 4 ou 5 você é meio cego. Procure uma Igreja ...
Se você marcou de 6 ou 7 você está em perigo. Procure o Salvador...
Se você marcou 8 ou 9... Bom, você nem deve estar conseguindo ler isso...
Mas uma toupeira convertida de olhos fechados enxerga mais que isso... Quer um conselho? Bom, se já leu até aqui vou dar do mesmo jeito: não desista, seu caso tem cura. Sei do que estou falando, se Jesus não curasse este tipo de cegueira eu hoje andaria vagueando por aí, não escreveria esta coluna, não teria nada. Seria o mais cego...

O JESUS DA BÍBLIA


Os Evangelhos, que são a principal fonte de dados sobre a vida de Jesus, não podem ser entendidos como uma biografia no sentido comum do termo, pois cada um dos quatro evangelistas evidenciou propósitos específicos com seus livros, procurando proclamar através deles o Cristo como Senhor e Salvador, o perfeito unigênito Filho de Deus. O propósito religioso dos evangelistas não os impediu de se referirem aos detalhes históricos da vida de Jesus. Havia em cada um deles a consciência da responsabilidade de registrarem a verdade acerca de Jesus, impedindo que sua fé e a de seus irmãos viessem a se basear em fantasias, mitos ou lendas, que caracterizavam tantas outras religiões. Havia também entre eles a preocupação de não se afastarem da realidade histórica da vida de Jesus, pois muitos deles estiveram em contato bastante íntimo com o Mestre, conhecendo bem de perto os detalhes que cercavam a sua vida, e qualquer deslize no tocante ao registro de tais detalhes poderia levá-los à desmoralização, tanto pessoal quanto da sua obra. Além dos vários testemunhos da própria Bíblia acerca de si mesma (Am 3,8; At 4.24-25; II Tm 3.16 e II Pe 1.20-21), qual era a atitude do Senhor Jesus Cristo acerca das Escrituras? Mais uma vez prova sua divindade, seu juízo a respeito de algo que seria tão infalível. Jesus cita várias vezes, as Escrituras como argumento final, dizendo “está escrito”. Ele falou de si mesmo a dos acontecimentos que acercavam sua vida como sendo cumprimentos das Escrituras (Mt 26.54-56). Talvez sua afirmação mais cabal, acerca da Bíblia como Palavra de Deus, tenha sido sua declaração: “As Escrituras não podem falhar” (Jo 10.25). Mais uma indicação de que a Bíblia é a palavra e Deus reside no apreciável número de profecias cumpridas que ela encerre. Muitas profecias bíblicas são específicas em suas minúcias. Ela tem completa unidade e harmonia. Só há uma história em toda a Bíblia, apesar de Deus ter usado autores humanos diferentes para registrá-la. A Bíblia não só satisfaz as exigências mínimas para ser um livro procedente de Deus, como também contém provas convincentes de sua origem divina. Se rejeitarmos as Escrituras como Palavra de Deus estaremos em desacordo com o Deus eterno, o criador do mundo. A profecia de Miquéias 5.2, é uma ilustração impressionante, tanto de predição a respeito de Cristo, quanto de minúcias históricas.
Parte da Dissertação do Mestrado em Divindade/Ênfase em Teologia Sistemática.
Fonte: Pedagogia de Jesus.M.A.Rabaiolli e Apostila do Curso de Mestrado.
Espero que essa ilustração venha esclarecer a quem ainda tiver dúvidas sobre a veracidade da Bíblia, dos Evangelhos, da Existência de Jesus e os propósitos de Deus para nossas vidas. Abraços de Emyluz.

PEDAGOGIA: PERFIL DE PAULO FREIRE E O ENSINO DE JESUS

“PEDAGOGIA”. Esta palavra é relativamente recente e só apareceu de forma corrente, na segunda metade do séc. XIX, pelo menos nas línguas romanas. Etimologicamente significa ação sobre as crianças. Define-se como ciência e arte da educação. Educar é desenvolver, elevar, cultivar, fazer crescer e desabrochar toda integridade física e espiritual. A pedagogia de Jesus, ou seja, seu ensino, reveladores de sua filosofia de vida, ficou notório, pelo constante aproveitamento que ele fazia das circunstâncias para ensinar o que pensava. Nas pequenas histórias baseadas no cotidiano da época, Jesus relata algo que todos podem entender, segundo os próprios recursos mentais, emocionais e vivenciais. E ninguém foi excluído da possibilidade de participar desses relatos e ensinos, demonstrando respeito e compreensão sobre a alma humana. Não existe atitude que mais dignifique do que essa de dar valor a cada um e a todos ao mesmo tempo, sem distinção, sem preconceito, sem privilégios. Buscar a proposta pedagógica de uma pessoa é mergulhar na sua vida, no seu ambiente, nas suas relações, na sua fala e, principalmente, naquilo que ela oferece. Utilizar a pedagogia de Jesus é traçar o caminho que ele propôs e a maneira com que ele chamava as pessoas para trilhar este caminho, seguindo seu exemplo. Analisando a proposta pedagógica atual, conceituamos “educação” no sentido de mostrar, guiar, instruir, educar de dentro para fora, conduzir e construir, como um processo contínuo de integração à sociedade e reconstrução de experiências, onde se evidencia que a contribuição é remota e lenta para se chegar a uma perfeita educação. Ainda existem às concepções de ensino em que o professor apenas transmite conhecimentos para o aluno passivo, tornando-se favorecida a implementação de mudança na postura profissional docente, adotando medidas para que sejam construídas mudanças qualitativas. O educador Paulo Freire traça um perfil bastante claro do educador democrático progressista, comprometido com uma prática dialógica que contribua para a transformação social. Afirma que deve reforçar a capacidade crítica do educando, sua curiosidade, insubmissão, humildade e tolerância para conviver com o diferente. Essa educação deve pautar-se pelos princípios democráticos da participação, do diálogo e da responsabilidade social. Este trabalho de pesquisa utiliza-se de pensamentos de ilustres educadores com o propósito de contribuir para um repensar num ensino inovador pautado nos ensinamentos de Jesus Cristo, direcionando-se a uma meta de mundos e possibilidades para o pensamento e a ação humana. Com princípios, valores, liberdade, numa visão moderna de novo futuro.

Parte da Dissertação de Mestrado de Emyluz
Fonte- M.A.Rabaiolli > Livro: Pedagogia de Jesus.

OS APOLOGISTAS NA HISTÓRIA DA IGREJA

Os apologistas foram homens que procuraram defender a fé cristã diante de algumas acusações As acusações eram afirmações de que o cristianismo era composto de pessoas ignorantes, que era copiado dos grandes sábios, como Platão (ao ensinar a imortalidade da alma) e assim mesmo deturpado como no caso da “absurda” doutrina da ressurreição. Diante de tais acusações, levantaram-se os Apologistas para defender a Fé Cristã, especialmente contra o judaísmo, a filosofia pagã e as religiões pagãs.
Com o surgimento de inúmeras seitas heréticas no início história da igreja, martírios aconteceu. Surgiu a necessidade de dar continuidade ao ministério, resistindo as perseguições e opondo-se aos ensinos heréticos, bem como a urgência em espalhar o Evangelho.
Surgiram heresias perigosas como: Gnosticismo (Tipo Nova Era, conhecimento especial não revelado), Marcionismo (tentou reduzir as Escrituras), Mundanismo (novas revelações, profecias atitudes de julgamentos contra outros cristãos).
Os apologistas (defensores da fé) emergem para combater as heresias e responder aos opositores da Igreja. Alguns dos apologistas principais seriam Irineu e Justo Mártir.
As igrejas locais não eram legalizadas e não tinham foro público ou prédios onde os seus membros pudessem se reunir (os cultos se davam nas casas deles). Perseguição local podia acontecer a qualquer momento. Um testemunho público de peso começou a ser ouvido na medida em que os cristãos eram mortos, pois não negavam a sua fé a nenhum custo. Alguns exemplos: O martírio do Bispo Policarpo, que era um homem de 84 anos de idade (155 d.C.), e um grupo inteiro de cristãos que foi torturado sem misericórdia em Lion, no ano 177 d.C. Antes de Constantino, as reuniões ocorriam em subterrâneos, as famosas catacumbas que até hoje podem ser visitadas em Roma. Em 313, o imperador Constantino se converteu ao Cristianismo e concedeu liberdade de culto, o que facilitou a expansão da doutrina por todo o Império.
Os centros fortes da Igreja estavam na Ásia Menor e no Norte da África. Podemos destacar alguns Apologistas do Segundo Século, como Quadrato, Aristides, Justino, Mártir, Taciano, Atenágoras, Teófilo, Melito, Hegesipo. Foram atuantes em: Assíria, Síria, Roma, Atenas, Antioquia, Sardes, Grécia.

“Evangelizar é uma maneira de abrir o seu coração e acender as verdades inegáveis da Bíblia”.
Trabalho de Emyluz; Disciplina : Apologética Cristã; Mestrado em Divindade/Teologia Sistemática.
Fonte: Apostila do curso de Mestrado.

sábado, 16 de outubro de 2010

AO PROFESSOR COM CARINHO

Querido Mestre! Tenha consciência de estar ensinando muito mais que uma matéria. Está abrindo mentes e corações, está formando vidas. Irradie entusiasmo por seus alunos, pelo ensino, pela vida e por atrair alunos à educação e à vida. Seus alunos e você serão muito valiosos.
Apaixone-se pela matéria que leciona. Escute e respeite os sonhos dos alunos. Então os desafie a alcançar muito mais. Dê aos alunos regras que sejam firmes, justas e consistentes. Aja com sinceridade, justiça e integridade. Com isso, ensinará tais valores sem esforço.
Lembre-se que seus alunos ainda estão aprendendo e desenvolvendo, seja paciente com mentes e espíritos em crescimento.Todo dia você tem a oportunidade de oferecer aos alunos o mundo, experiências e um conhecimento que trasforma a vida. Aprecie as possibilidades. Ajude os alunos a descobrir sua força, a triunfar, a se superar. A satisfação com suas conquistas lhes dará auto-estima. O humor pode ser uma ferramenta poderosa. Use-a com amor e sabedoria, nunca para machucar. Cuide-se psicologicamente. Ocupe-se de suas necessidades e problemas pessoais, a fim de não esperar que seus alunos olhem por elas. Busque com seus colegas professores apoio, compreensão, conselho e acolhida. Eles podem ser fonte de sabedoria e força. Sinta-se bem consigo; dê-se sólidos motivos para crer que está correto. As pessoas sentem-se bem com você, quando você se sente bem consigo.Quando o dia está difícil, quando seu moral está baixo, recorde por que se tornou professor ou professora. Recorde os momentos em que sabia ter sido a escolha certa. Saiba que seus alunos são talentosos de várias formas. Use técnicas variadas de aprendizagem, para atingir todos os tipos de inteligência que eles têm: verbal, lógica, visual, corporal, musical, interpessoal, pessoal. Aprecie a singularidade de cada aluno como parte da rica diversidade da criação de DEUS. Reafirme toda a singularidade das crianças, seus talentos variados, suas diferentes bagagens culturais. Inspire-os e leve-os a perceber que podem fazer a diferença, que o mundo pode ser melhor por causa da existência deles.
"Você tem a capacidade de tocar vidas de inúmeras e maravilhosas maneiras. Dê graças a DEUS por ser professor ou professora".
Sábias palavras que vem renovar seu espírito e seu entusiasmo em ensinar!
Fonte: Terapia do professor. (Karen Katafiasz- Edit. Paulus).
Parabéns por um dia ter optado ser educador. " Este é um Dom de Deus". Abraços de Emyluz.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

15 DE OUTUBRO: DIA DO PROFESSOR!

A profissão que marca
A profissão nos marca, dizia por entre dentes, o velho pastor, afastando os ramos com o cajado. Veja, lá embaixo, na saída da aldeia, aquela figura passando na linha acinzentada do caminho: é o sapateiro.
Um pastor não anda como um sapateiro e não pensa como um estalajadeiro. É como a ovelha que marca a trilha, de tanto passar e passar. Os gestos de todos os dias, a quantidade de ar que respiramos, a luz ou o frio de que nos impregnamos, o esforço das costas, da cabeça ou dos braços, são outras tantas linhas inscritas na originalidade do nosso comportamento. O homem que pode cantar ao sol nascente até fazer fremir os ecos, não tem de modo algum o lhar enfastiado do operário que, na sua bancada, conta, de cabeça baixa, as pancadas do martelo.
E você, como todos os professores, fica marcado, mais do que os outros, pelas exigências formais da sua profissão, como se cada dever corrigido, cada traço vermelho, cada lição repetida, cada reguada na mesa, cada punição generosamente distribuída, cavassem em você um sulco indelével.
Abandone a cátedra e pegue a ferramenta, alinhe matrizes e prepare um tiragem, extasie-se diante de um êxito; seja ao mesmo tempo operário, jardineiro, técnico, chefe e poeta; reaprenda a rir, a viver e a se emocionar. Você será uma outra pessoa.
É pelo brilho dos olhos que se avalia a porção de liberdade e a profundidade da cultura do bom operário que pudesse vangloriar-se de ser educador.
(Pedagogia do Bom Senso/C.Freinet/Martins Fontes).
Querido Mestre! PARABÉNS PELO SEU DIA!
Lembre-se de que a escola nunca é uma parada. É a estrada aberta para os horizontes que se devem conquistar. Vá ao encontro da manhã. O Sol brilha, mesmo que só por um instante-aproveite-o. O educador é um semeador de alimento e de claridade. Que Deus o abençõe.
Abraços de Emyluz.

domingo, 10 de outubro de 2010

EDUCAÇÃO:TEXTO PARA REFLEXÃO DO PROFESSOR

Eu lecionei a todos eles.
Tenho ensinado por dez anos. Durante esse tempo eu lecionei, entre outros, um assassino, um evangelista, um pugilista, um ladrão e um imbecil.
O assassino era um menino que sentava no lugar da frente e me olhava com seus olhos azuis. O evangelista era o mais popular da escola, o líder dos jogos entre os mais velhos. O pugilista ficava parado perto da janela e, de vez em quando soltava uma gargalhada abafada que até fazia tremer os gerânios. O ladrão era um coração alegre, diria libertino, sempre com uma canção jocosa em seus lábios. O imbecil, era um pequeno animal de olhar macio, dócil, procurando as sombras.
Hoje o assassino espera a morte numa penitenciária do Estado; o evangelista está enterrado há um ano no cemitério da vila; o pugilista perdeu um olho numa briga em Hong Kong; o ladrão na ponta dos pés, pode ver da prisão, as janelas do meu quarto; o imbecil, de olhar macio, bate com a cabeça na parede forrada de uma cela, no asilo municipal.
Todos estes, um dia, sentaram na minha aula e olharam para mim, das suas carteiras escuras e usadas.
Eu devo ter sido uma grande ajuda para estes alunos...
Eu lhes ensinei 2x2, 3x3...o rio mais importante do mundo ou redigir certo uma sentença...
.John NWhite
Sillwater, High School
Senhores professores! Ao ler este texto reflita sobre sua prática, planejamento e relacionamento na sala de aula. Boa Sorte!. Emyluz.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

JESUS: MESTRE POR EXCELÊNCIA

A educadora e especialista na área educacional, Maria Aparecida de Souza Rabaiolli, traz em seu livro A Pedagogia de Jesus, quarenta princípios norteadores da Metodologia de Jesus como sugestões para mestres, pais e autoridades. Segundo a autora, essa metodologia utilizada por Jesus, obteve êxito em sua missão e em seu propósito de estabelecer nesta terra Sua Igreja. Como professores, empresários, dirigentes, líderes de opinião, pais de família, conhecer este método significa conhecer as estratégias do Mestre e fazer delas o mesmo que Ele fez no aqui e agora.

São os princípios:
1) Ter um plano definido.
2) Ter uma capacitação adequada.
3) Eleger acertadamente os colaboradores.
4) Empregar todos os esforços para que cada um ocupe devidamente o seu lugar.
5) Transmitir os ensinos adquiridos.
6) Praticar a comunicação pessoal.
7) Estabelecer e manter a autoridade.
8) Promover valores e crenças.
9) Fazer cada coisa no momento oportuno.
10) Atacar a corrupção de imediato.
11) Não maquiar nem fugir da realidade.
12) Dispor de tempo para se inteirar ao todo.
13) Provar a equipe no campo de ação.
14) Praticar relações públicas.
15) Contar com um bom apoio logístico.
16) Praticar a humildade.
17) Compartilhar a glória.
18) Manter contato com o povo.
19) Comportar-se com responsabilidade.
20) Falar adequadamente em público.
21) Saber “sair de cena” na hora certa.
22) Ter cuidado com os bajuladores.
23) Ser um verdadeiro servo.
24) Avaliar as pessoas através de seus frutos.
25) Evitar as preocupações.
26) Ter cuidado com a vaidade.
27) Não enterrar talentos.
28) Cumprir as leis e pagar os impostos.
29) Desejar que os seus frutos falem por ti.
30) Ser um líder motivador.
31) Fazer cortes em favor da produtividade.
32) Manter a calma na adversidade.
33) O líder deve ser um conciliador em prontidão.
34) Compartilhar o pão com os seus subordinados.
35) Não temer o caminho estreito.
36) Preparar-se para os tempos difíceis.
37) Pensar nos mais desprotegidos.
38) Sair em defesa de sua gente.
39) Elaborar prioridades.
40) Preparar discípulos ou possíveis sucessores.

Princípios esses aqui relacionados que devem ser observados com imensa ternura, àqueles que se dedicam à profissão de educadores e líderes de qualquer forma, na certeza de que obterão sucesso do seu uso à que se propuser realizar. Ter como exemplo o Mestre Jesus Cristo que lançou mão de todos os parâmetros, diretrizes e métodos possíveis para ensinar e educar o ser humano, em todas as suas potencialidades. Partindo dos seus ensinos Jesus nos mostra meios especiais na valorização do ser humano. Parâmetros do sistema educacional precisam ter maior preocupação com educação cristã, educando as pessoas para a vida, para o cotidiano, para o mundo. Ser mestre a partir de Jesus é ter compromisso com sociedade alternativa, onde houver exclusão promover uma educação inclusiva, ao invés da valorização do “ter” dar a ênfase do “ser”. Só através de grandes linhas de ação, da verdadeira educação globalizada, qualitativa, que se alcançarão os resultados desejados. Aprendendo com Jesus vemos Sua metodologia sempre moderna, para os de ontem, os de hoje e os de sempre que o credenciam como Mestre por Excelência.
Parte do corpo da dissertação de Mestrado em Divindades com Ênfase em Teologia Sistemática de Emylyz
Fonte de Pesquisa: Livro:" Pedagogia de Jesus" -Autora: Maria Aparecida de Souza Rabaiolli

CARACTERÍSTICAS INTRIGANTES DA INTELIGENCIA DE CRISTO

A arte de pensar é a manifestação mais sublime da inteligência. Todos pensamos, mas nem todos desenvolvemos qualitativamente a arte de pensar. Freqüentemente não expandimos as funções mais importantes da inteligência tais como: aprender a interiorizar, a usar as dores para crescer em sabedoria, a trabalhar as perdas e frustrações com dignidade, a agregar idéias, a pensar com liberdade e consciência crítica, a romper as ditaduras intelectuais, a gerenciar com maturidade os pensamentos e emoções nos focos de tensão, a expandir a arte da contemplação do belo, a se doar sem a contrapartida do retorno, a se colocar no lugar do outro e considerar suas dores e necessidades psicossociais. Muitos homens ao longo da história brilharam em suas inteligências de desenvolveram algumas áreas importantes do pensamento. Sócrates foi um questionador do mundo. Platão foi investigador das relações sociopolíticas. Hipócrates foi o pai da medicina. Confúcio foi um filósofo da brandura. Sáquia-Múni, o fundador do budismo, foi um pensador da busca interior. Moisés foi o grande mediador do processo de liberdade do povo de Israel, conduzindo-o até a terra de Canaã. Maomé, em sua peregrinação profética, foi o unificador do povo árabe, um povo que estava dividido e sem identidade. Muitos outros homens brilharam na inteligência, como Tomás de Aquino, Agostinho, Hume, Bacon, Spinoza, Kant, Descartes, Galileu, Voltaire, Rousseau, Shakespeare, Hegel, Marx, Newton, Max Well, Gandhi, Freud, Habermas, Heidegger, Curt Lewin, Einstein, Viktor Frankl, etc. Se enumerarmos os seres humanos que brilharam em suas inteligências e investiram em sabedoria, comparando com o contingente de nossa espécie, ele se torna muito pequeno, porém esses seres humanos expandiram o mundo das idéias no campo científico, cultural, filosófico e espiritual. Mas houve um único homem que destilava sabedoria, não apenas brilhou na sua inteligência, mas era dono de uma personalidade intrigante, misteriosa, e fascinante. O mundo comemora o seu nascimento, que apesar de sua enorme fama, algumas áreas fundamentais da sua inteligência são pouco conhecidas. Esse homem foi Jesus Cristo. Ele teve particularidades em toda sua trajetória de vida na Terra e abalou os alicerces da história humana através de sua própria história. Seu viver e seus pensamentos atravessaram gerações, varreram os séculos, embora ele nunca tenha procurado status social ou político. ELE cresceu sem se submeter à cultura clássica do seu tempo. Quando abriu a boca, produziu pensamentos de inconfundível complexidade. Perturbou profundamente a inteligência dos homens mais cultos de sua época. Os escribas e fariseus que possuíam uma cultura milenar rica, eram intérpretes e mestres da lei, ficaram chocados com os seus pensamentos. O sistema político e religioso não foi tolerante com Ele, mas Ele foi tolerante e dócil com todos. Vivenciou sofrimentos e perseguições desde a infância. Foi incompreendido, rejeitado, ferido física e psicologicamente. Apesar de tantas misérias e sofrimentos, não desenvolveu uma emoção agressiva e ansiosa, pelo contrário, exalava tranqüilidade diante das mais tensas situações e ainda tinha fôlego para discursar sobre o amor no seu mais poético sentido. Cristo foi abordado em diferentes aspectos espirituais: sua divindade, seu propósito transcendental, seus atos sobrenaturais, seu reino celestial, sua ressurreição, a escatologia (doutrina das ultimas coisas). Possuía uma personalidade bastante complexa, muito difícil de ser investigada, interpretada e compreendida; este é um dos fatos que inibiram a ciência de investigar e compreender, ainda que minimamente a sua inteligência. Analisar a inteligência de Cristo é um dos maiores desafios da ciência. A ciência se cala quando a fé se inicia; Segundo Augusto Cury “Jesus possuía uma personalidade difícil de ser estudada. Suas relações intelectuais e emocionais eram tão surpreendentes e incomum que ultrapassava os limites da previsibilidade psicológica”. Um dos maiores problemas enfrentados por Cristo era cárcere intelectual em que as pessoas viviam, a rigidez intelectual com que eles buscavam e compreendiam a si mesmos e o mundo que os envolvia. Jesus discorria sobre a fé. A fé transcende a lógica, é uma convicção de que há ausência de dúvida.
A necessidade de crer sem duvidar, uma crença plena, completa sem insegurança. Jesus era um mestre sofisticado na arte da duvida, que ele a usava para abrir janelas da inteligência das pessoas que as circundavam (Lucas 5:23; 6:9; 7:42). Jesus era um ousado questionador, usava a arte das perguntas para conduzir as pessoas a se interiorizarem a se questionarem. Também era um contador de parábolas que perturbava os pensamentos de todos os seus ouvintes. Jesus sempre se expressava com elegância e coerência a sua inteligência nas varias situações tensas e angustiantes que vivia. Ele apreciava ser analisado e indagado com inteligência. Era seguro e determinado, ao mesmo tempo flexível, extremamente atencioso e educado. Tinha grande paciência para educar, mas não era um mestre passivo, e sim provocador. Despertava a sede de conhecimento nos seus íntimos (João1: 37-51). Informava pouco, porém educava muito. Era econômico no falar, dizendo muito com poucas palavras, ousadíssimo em expressar seus pensamentos, embora vivesse numa época em que imperava o autoritarismo. Sua coragem em expressar seus pensamentos trazia-lhe freqüentes perseguições e sofrimentos, todavia, quando queria falar, ainda que suas palavras trouxessem transtornos não se intimidava, mesclava a humildade com a coragem intelectual, a habilidade com a perspicácia. Na escola da existência aprende-se a adquirir experiência não só com acertos e conquistas, mas muitas vezes com as derrotas, as perdas e caos emocional e social. Foi nessa escola tão sinuosa que Jesus se tornou um mestre; escola, onde muitas pessoas intelectuais, cientistas, psiquiatras e psicólogos são pequenos aprendizes. Jesus Cristo foi e continuará sendo um grande enigma para a ciência e para os intelectuais de todas as gerações. O coração humano é a esfera aonde Jesus veio para reinar, para levar toda a humanidade ao amor e perdão de Deus. Jesus não subordinava em seus ensinamentos a vida cristã aos preceitos legais. Ele ensinava que deveria haver um novo relacionamento entre o homem e Deus, por meio da fé. No ensino de Jesus ficava clara a separação do futuro, dos que aceitavam a obra por Ele realizada, capacitando-se a um retorno definitivo às origens de vida eterna, sem sofrimento, tristezas ou dor, e os que rejeitarem sua interferência redentora permanecerão afastados do seu Criador e destinados ao castigo final, com a conseqüente condenação a afastamento definitivo de Deus, em direção à morte eterna. “Em verdade, em verdade vos digo: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida” (Jo 5.24).
Do ponto de vista de Stephen Neil; “Na teologia histórica cristã, a morte de Cristo é o ponto central. Para ela todas as estradas do passado convergem, e dela saem todas as estradas do futuro”.
Tese dissertação de mestrado de Emyluz

EDUCAÇÃO: VISÃO ATUAL

AS GRANDES MUDANÇAS PELAS QUAIS O ENSINO PASSOU NOS ÚLTIMOS TEMPOS E O QUE É NECESSÁRIO PARA SER UM BOM COLÉGIO ATUALMENTE.
Com certeza a grande mudança metodológica é na tecnologia de informação. Hoje não se pode conceber o ensino que não utilize o computador com a tranqüilidade e facilidade com que papel e lápis têm sido utilizados. Acho que a defesa não deve nos levar a sermos descuidados quanto à melhor metodologia, mas temos de cuidar para que métodos não sufoquem o conteúdo; nem devemos comprar como "um método" uma filosofia educacional que é falha em suas premissas. Para ser um bom colégio, atualmente, o ensino encontrado nele deve ser firmado em valores e princípios, de tal forma que esse ambiente e contexto permeiem todas as disciplinas. A sociedade está cansada de uma educação amorfa e permissiva. Existe um anseio pelos valores de uma tradição bem firmada que dê aos alunos igual ênfase à modernidade e à visão do futuro. Não podemos simplesmente educar para o presente (e muito menos para o passado). Os colégios precisam equipar os alunos para que enfrentem os desafios do futuro com pleno conhecimento e habilidades que se enquadrem na época em que viverão, a qual ainda não foi atravessada. Em um bom colégio, portanto, tanto a escola como as professoras e os professores têm que ser um pouco visionários. Não podem ser refratários a métodos contemporâneos à ampla utilização da informática. Devem dominar e equipar seus alunos a controlar o fluxo desmedido de informação no qual estão submersos. O grande desafio é o professor ser produtivamente interativo, metodologicamente atualizado, informaticamente alfabetizado e que faça parte de uma escola que tenha filosofias e valores definidos.
Reflexão: Monografia de Mestrado em Divindades/Teologia de Emyluz
Fonte:Revista Educação(Solano Portela).

O que estão fazendo com a nossa educação?

REVISTAS EDUCAÇÃO (SOLANO PORTELA) DIAGNÓSTICO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL. PRINCIPAIS PROBLEMAS, AVANÇOS E RETROCESSOS QUE A EDUCAÇÃO VIVE.
Analisando friamente os números, a educação básica vive, nos últimos sete anos, um período de retração. Por exemplo, no ensino fundamental (1ª a 8ª série), a rede pública, gratuita, mantém a quantidade de alunos (32 milhões - MEC-Inep), enquanto a rede particular tem progressivamente encolhido (15%). Isso ocorreu exatamente quando houve ampliação da capacidade nas escolas. As escolas sentem diretamente o reflexo do empobrecimento geral da classe média e da decrescente taxa de natalidade dos últimos anos. A escola particular, pressionada financeiramente pelo descompasso entre investimento e recrutamento, tem a tendência de sacrificar a qualidade de ensino exatamente quando os indicadores internacionais mostram a necessidade de elevarmos qualitativamente o nível dos nossos alunos. Na formação dos professores, atravessamos décadas de um ensino meio utópico e idealista, no qual a ênfase na liberdade de quaisquer diretrizes, a concentração quase exclusiva no método e a retirada do mérito, como incentivo e forma de aferição, diluíram consideravelmente a qualidade do ensino. Os alunos deixaram de ser preparados para o mundo real, competitivo, no qual importa, sim, o que você sabe. O conteúdo virou termo pejorativo nos círculos pedagógicos. Segundo J. Gresham Machen, quanto à ênfase desmedida no método sem a importância necessária ao conteúdo, escreveu: "Fizemos uma grande descoberta pedagógica - que é possível pensar com uma mente completamente vazia!" Felizmente, parece que décadas de resultados desastrosos começam a acordar os nossos educadores, que passam a dar mais importância a valores, princípios, diretrizes, disciplina e, também, conteúdo - sem descartar ou negligenciar as melhores metodologias.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

LEITURA E DITADO NA ESCOLA

LEITURA
A maior herança que a escola pode deixar a um aluno é a capacidade e o gosto pela leitura. Se o aluno passar pela escola e aprender pouco, mas for um bom leitor, ele terá nos livros e revistas um prolongamento da escola e poderá se desenvolver para além do que a escola espera de um aluno ideal.
Se o escrever e o ler que a escola ensina não tiverem uma função específica para a vida do aluno, de nada adiantará colocar os alunos na escola.
Se a escola reduz as atividades de leitura e escrita a simples pretextos para ocupar o tempo das crianças, diagnosticar sua capacidade mental e avaliar o acompanhamento dos alunos, que sentido para a vida real terá a leitura e a escrita à maioria de nossos alunos oriundos de classes sociais onde o escrever e o ler são praticamente inexistentes?
Uma leitura não é feita apenas quando o aluno descobre por si o que o autor escreveu. Quando ele ouve alguém lendo, participa também dessa atividade como leitor. Ouvir histórias na infância é, sem dúvida, um modo muito eficaz de as crianças serem introduzidas no mundo da leitura e da escrita. Ouvindo histórias, as crianças vão-se familiarizando com o estilo da linguagem escrita, com as estratégias de interpretação da leitura e com as formas de prestígio da língua, o que facilitará enormemente a tarefa de alfabetizar. Ao contrário, as crianças que não tiveram tal oportunidade terão um trabalho muito árduo para dominar a escrita e a leitura apenas com as explicações e atividades que a escola lhes proporciona na alfabetização.
Uma leitura pode ser uma decifração da escrita ou uma meditação sobre o que se decifra numa escrita. O segundo aspecto, o interpretativo no sentido mais extenso e profundo, não deve ser preocupação na alfabetização, que é justamente o momento em que o aluno vai concentrar seus esforços em traduzir simplesmente o escrito em fala, isto é, em decifrar uma escrita com a leitura.
Quando se diz que a leitura é uma interpretação falada de algo que se decifra, isso permite metaforicamente se falar de muitos tipos de leitura: lê-se o mundo, lê-se um quadro, etc., à medida que se “pode falar” a respeito “do que se vê”. Isso, porém, é diferente da leitura propriamente dita, que se baseia em “poder falar” o que se “vê na escrita”. No primeiro caso, o leitor usa a linguagem oral como falante em situação normal, isto é, ele pensa, programa sua fala e diz o que pretende. No segundo caso, o leitor não parte do “seu pensamento”, mas de algo pensado e já codificado de certo modo pelo escritor. É a decifração da escrita que revela ao leitor os elementos lingüísticos que delineiam o pensamento do escritor numa língua dada. De posse disso, o leitor incorpora essa idéia segundo sua interpretação e a partir daí programa sua fala e diz a leitura.

O exposto acima mostra que a leitura não é a simples descoberta de uma relação letra-som nas palavras e a sua simples produção ou apenas o ato de uma relação. Por isso pedir a um aluno que leia acompanhando com os olhos letra por letra, para proferir o som que lhe é correspondente, é uma deturpação do ato de leitura. Se a leitura exige, além da decifração, uma “programação normal” de fala, é preciso que, ao ler, o aluno tenha condições completas para programar adequadamente o que se vai dizer (lendo). Para se falar em ritmo, acento e entoação próprios, diferenciando, por exemplo, uma frase exclamativa de uma interrogativa ou de simples afirmativa ou suspensiva, é preciso que os olhos já tenham decifrado a escrita até o final da frase pelo menos, para que o cérebro programe linguísticamente como ela deve ser lida adequadamente desde o início. Caso contrário a leitura será monotônica, o que obviamente, representa apenas uma descoberta de sons das sílabas das palavras e não do conteúdo da escrita.
Seria interessante deixar os alunos, no começo, decifrarem a escrita e depois dizerem espontaneamente o que leram. Para isso, um começo estimulante é a “leitura de textos como poesias, letras de músicas, provérbios, etc., que eles já conhecem de cor. Com o tempo, podem-se suprimir palavras, trocar por outras para ver se os alunos percebem isso na leitura.
DITADO
Uma das práticas mais tradicionais e típicas da alfabetização são os ditados. Para muitos professores, os ditados são uma forma cômoda de se fazer avaliação da aprendizagem e de se ter certeza das “palavras realmente dominadas”. Por isso, o professor nem sequer se atreve a ditar uma palavra que nunca apareceu em aula. Ora, as crianças têm tal capacidade de generalização do que aprendem que conseguem de fato escrever muito mais do que o professor muitas vezes acredita.
Alguns professores acham que os ditados servem também para ensinar, ou melhor, reforçar o aprendizado da ortografia. Nada mais falso. Se o aluno sabe a forma ortográfica de uma palavra, não será através do ditado que isso de fato se fixará, se não souber, não será aprendida através do ditado, por que a partir da fala tão-somente é impossível prever a forma ortográfica, principalmente para certas palavras. Para resolver essa dificuldade, alguns professores utilizam a estratégia de uma pronúncia artificial que dê dicas para as crianças escreverem certo. Por exemplo, dita-se: “mal” acentuando-se a pronúncia do l e não do u, pote, com T e Ê e não “Poti ou pótxi, etc.
Acontece, porém, que o aluno pode até acertar no ditado, aproveitando a dica da professora em sua estranha pronúncia, mas como ele não é falante dessa fala artificial, como saberá dizer, por exemplo, “alto” com L e não com U para escrever o certo, quando estiver sozinho?
Os ditados precisam ser feitos usando-se a pronúncia normal dos segmentos, da entonação e do ritmo. Uma criança tem a capacidade de memorizar trechos de fala com facilidade, por isso, os ditados não precisam ser feitos numa fala silabada. Uma criança pode ouvir uma palavra ou mesmo uma frase, memorizar e depois tentar escrever. Quando a professora se põe não só a silabar nos ditados, mas a repetir sílabas, a dar explicações, a tarefa do aluno se complica enormemente. Muitas vezes, ele já não sabe que palavra a professora está ditando, se é “bata, batata, baba, tatá”, etc.
Há formas mais interessantes de fazer ditados, por exemplo, pedindo às crianças para escreverem nomes de colegas, nomes de coisas que vêem figuras, etc. Outra forma de fazer ditado é a de solicitar a cada aluno que dite uma palavra ou frase para que seus colegas escrevam.
Um ditado que propicie ao aluno um desafio na escrita é sempre uma prática motivadora e útil na escola, mas os ditados, que simplesmente procuram avaliar o que os alunos já fixaram, levam-nos ao desânimo pelos erros que cometem e nem sequer podem garantir que quem acertou hoje no ditado, não vai errar amanhã.

Referência Bibliográfica
LIMA, Branca Alves; alfabetização pela imagem. 86.ed. São Paulo, Caminho Suave, 1982.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

ARGUMENTOS EM PROL DA VERACIDADE DA BÍBLIA

A comprovação da existência dos homens
Ruínas de Jericó
A Arca de Noé
A comprovação da existência dos hititas
O cumprimento das Profecias
A unidade da própria Bíblia.

Só em saber que os escritos da Bíblia aconteceu em diversos tempos e lugares, realizados por várias pessoas diferentes, mas que se tornou numa única essência que é a palavra de Deus aos homens para sua Fé e Salvação, não há o que duvidar, Deus existe, é o provedor de tudo isso e é maravilhoso. Glórias a Ti Senhor!!!

O ENSINO RELIGIOSO NAS ESCOLAS

De matrícula facultativa, o ensino religioso é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas do ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de pró-selitismo, Art. 33, Lei 9394/96(Lei de Diretrizes e Bases da Educação). Esta Lei é bastante ampla e ambígua, deixando várias lacunas a serem preenchidas pelos Conselhos Estaduais de Ensino, conforme realidade e vivências regionais. A questão central no ensino religioso nas escolas não é concordar ou não concordar sobre sua existência nas unidades escolares, mas como serão ministradas tais aulas. Vivemos a cultura de uma sociedade judaica-cristã, fruto de uma triste colonização. Na Constituição Federal os exercícios sacerdotais há apenas tres categoris religiosas: o padre; o rabino; o pastor protestante, ficando de fora as demais religiões não-cristãs. O Brasil não pode ser considerado um país cristão tão somente pela imposição de seus primeiros ou por seus atuais colonizadores. O ensino religioso nas escolas, não é definido, segundo a Lei Federal 9394/96.LDB, se é ou não cristão.´E por isso mesmo precisamos abranger o maior número possível de expressões religiosas em nossa sociedade, para garantir o direito de livre expressão de culto, sob o risco de ignorarmos tais manifestações culturais e tornarmos este dispositivo de Lei como um ato de proselitismo e de intolerância religiosa, o que contraria o espírito da própria Lei. Reduzir o ensino religioso às próprias convicções religiosas, à historicidade cultural ou familiar é crime de discriminação religiosa. O profissional do ensino religioso deve de acordo com a Lei ter a classificação do professor de ensino religioso, a admissão do professor por concurso público. A remuneração do professor de ensino religioso segundo a Lei 9394/96, indicava caminhos para que fossem ministrados por voluntários e não remunerados. Já a Lei 9475/97, diz que o professor de ensino religioso deve ser remunerado, fixando a sugestão para seu enquadramento nas leis estaduais para os profissionais de ensino. Quanto ao conteúdo programático, as aulas não podem ser de catequese ou de classe de catecúmenos. A elaboração de um currículo depende e muito, da realidade vivencial (contexto) em que está sendo elaborado. Quando pensamos em ensino religioso, podemos seguir a linha da história das religiões, das doutrinas religiosas, da teológia cristã, da ética e cidadania. Enfim um universo de abordagens que precisará passar por um crivo idôneo em diversos níveis. Ao lembrarmos que historicamente o ofício do professor era a serviço da burguesia, resta-nos indagar a quem interessa o ensino religioso nas escolas? Seria um progresso ou um retrocesso laico do Estado visando a separação entre o Estado e a Igreja.
Devemos nos atentar para o registro da Bíblia em MT 7.28,29: "A doutrina de Jesus era ensinar como tendo autoridade e não como escribas".
Mestrado em Divindades/Ênfase em Teologia Sistemática/Emilia Ignácio
Fonte de Pesquisa:Prof.Vanderlei de Bastos Rosas:prof.de Filosofia, Teologia, Pós graduado em Missiologia e Educação Religiosa.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

JESUS UTILIZA DE SIMPLES GESTOS PARA TRANSMITIR SUAS MENSAGENS

LENÇO DOBRADO (João 20:7)
Por que Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição?

Eu nunca havia detido minha atenção a esse detalhe.

Em João 20:7 - nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus, não foi apenas deixado de lado como os lençóis no túmulo. A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.

Bem cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena e as outras mulheres, veio à tumba e descobriu que a pedra havia sido removida da entrada. Elas correram e encontrou Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus tanto amara (João) e disseram: "Eles tiraram o corpo do Senhor e o levaram."

Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo para ver. O outro discípulo passou à frente de Pedro e lá primeiro chegou. Ele parou e observou os lençóis, mas ele não entrou. Então Simão Pedro chegou e entrou. Ele também notou os lençóis ali deixados, enquanto o lenço que cobrira a face de Jesus estava dobrado e colocado em um lado.

Isto é importante? Definitivamente.

Isto é significante? Sim.

Para poder entender a significância do lenço dobrado, você tem que entender um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época.

O lenço dobrado tem que a ver com o Amo e o Servo; e todo menino Judeu conhecia a tradição.

Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo, ele buscava ter certeza em fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria.

A mesa era colocada perfeitamente e o Servo esperaria fora da visão do Amo até que o mesmo terminasse a refeição. O Servo não se atreveria nunca tocar a mesa antes que o Amo tivesse terminado a refeição.

Se o Amo tivesse terminado a refeição, ele se levantaria, limparia seus dedos, sua boca e limparia sua barba e embolaria seu lenço e o jogaria sobre a mesa. Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: "Eu terminei".

Eu não sabia a respeito.

Se o Amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o Servo não ousaria em tocar a mesa porque o lenço dobrado queria dizer:

"Eu voltarei!"

Ele está voltando! O recado nos foi dado claramente!

Oro para que você seja abençoado com a paz e a alegria em saber que Ele está voltando e isso pode ser muito breve.

Esteja pronto, preparado!

Deus abençoe a todos vocês que crêem!

Viu como Jesus também usou as "tradições" para passar algum recado ou ensinar algo?

Recebi de uma grande amiga por e-mail.-Obrigada pela singela transmissão de conhecimentos.Abraços de Emyluz.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Fernandinho - Grande Coisas (Uma Nova Historia Deus tem pra mim)

"Para refletir"

" O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais me preocupa é o silêncio dos bons".(Martin Lutherking).

domingo, 12 de setembro de 2010

COMO O POVO DE DEUS PODE TRANSFORMAR A SOCIEDADE

UMA IGREJA: DUAS AÇÕES.

A verdadeira igreja de Jesus Cristo não é só aquela igreja que reúne os cristãos aos domingos para adoração ou para outras atividades congregacionais, mas também aquela mesma igreja verdadeira que ganha forma na dispersão dos cristãos nos ambientes de trabalho durante os outros seis dias da semana. A igreja caracterizando-se como um verdadeiro exército de Deus torna-se um meio para alcançar um fim, saindo para o campo de batalha contra as forças do inimigo, com a tarefa divina de retornar o domínio da sociedade que Satanás usurpou de Adão.
Todo comandante espera que seu exército não apenas combata na guerra, mas também que entre na batalha para vencê-la. Toda essa compreensão se faz necessária para que possamos glorificar a Deus por meio da real transformação da sociedade.
"AQUELE QUE TEM OUVIDOS OUÇA O QUE O ESPÍRITO SANTO DIZ ÀS IGREJAS".(Livro de Apocalipse). O Espírito Santo continuaq a falar e o povo de Deus precisa ouví-lo atentamente. Os pais precisam saber o que o Espírito Santo está dizendo às suas famílias; os professores precisam saber o que o Espírito Santo está dizendo aos seus alunos; os executivos o que o Espírito Santo está dizendo às suas empresas;os cristãso que trabalham no serviço público precisam saber o que o Espírito Santo está dizendo à sua comunidade...e assim por diante. TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Esta é a palavra do Espírito Santo. Autoridades das igrejas precisam operar fora dos modelos convencionais da igreja nuclear. Há necessidade urgente na mudança de atitudes e a importancia na revisão do código de conduta, o trabalho em campo, os ministérios, a evangelização no trabalho, as novas formas de ver a igreja, a influência e autoridade, os meios e os fins. Os valores e o estilo de vida do Reino de Deus devem permear nossas comunidades, nossas cidades, nossos grupos étnicos e nossas nações." O ESPÍRITO DO SENHOR ESTÁ SOBRE MIM, PORQUE ELE ME UNGIU PARA PREGAR BOAS-NOVAS AOS POBRES'(Le.4.18). "Seja feita SUA vontade assim na terra como no céu", e no céu não há guetos, nem listas de pessoas inscritas para receber Assistência Social, nem vale-refeição, nem casas enfestadas por ratos, nem violência. O espírito de pobreza não tem lugar alí, portanto, não deve ter lugar na nossa sociedade.
Fonte: "Livro: O Cristão no Ambiente de Trabalho"-Autor;C.Peter Wagner-Editora Vida.

Querido cristão! Num mundo de extrema mudança você também tem que ter a atitude de mudar. Uma sociedade em mudança é dinâmica, instável, evolutiva e correrá sério risco quem ficar parado esperando pra ver o que vai acontecer.Há necessidade urgente de um repensar da questão ética da igreja e sua missão para qual foi criada, diante dos avanços tecnológicos da globalização atual.Deixo aqui minhas palavras enquanto cristã: AMOR NÃO É SENTIMENTO, AMOR É EXERCÍCIO. DEUS É ETERNO E NÃO SE ACABA, PRECISA SER EXERCITADO. (Emyluz).

OS CRISTÃOS E A IMPORTÂNCIA NA MISSÃO EVANGELIZADORA.

A prática da religião significa vivência do cotidiano e do cotidiano com Deus, com os mistérios de Deus. A experiência amorosa, afetiva, espiritual e apaixonante de Deus, valoriza e dignificam as relações humanas a partir dos sentimentos de amor, solicitude, alegria, benevolência, gratidão, solidariedade. Crer em Jesus cristo, na sua pessoa e na sua ressurreição implica atuação, participação, presença, cooperação, testemunho, comunhão fraterna e comunitária. É analisando a vivência diária de um cristão que percebemos a necessidade de desafios na ação evangelizadora, na sua inserção no mundo e principalmente na transformação da sua comunidade. A população fragmentada em inúmeras subculturas, com seus mitos, tradições e crenças variadas, necessitam na maioria ver realizado o desejo de Deus nas suas vidas. A classe proletária, os injustiçados, a pobreza, a violência e a fome que permeiam sobre as pessoas na nossa sociedade, fazem com que haja incrédulos necessitando de auxílio, orientações e o carinho de evangelistas que vivem a sua fé. Esse era o aspecto mais importante de Jesus quando de sua presença na Terra. Com obviedade, nós cristãos temos que mostrar aos pobres de espírito e carentes na fé, que o Reino de Deus está em nós, no nosso interior e que somos responsáveis por levá-lo aonde quer que vivamos.
O Protagonismo Cristão na ação evangelizadora é provocado pelos desafios do pluralismo religioso, ideológico e cultural; sendo o SAL da Terra e o FERMENTO NA MASSA. (MT. 5:13, 13:13).

“TODA ESTRATÉGIA EVANGELIZADORA DEVERÁ SER DIRIGIDA E CONFIRMADA PELO ESPÍRITO SANTO DE DEUS”.
Textos de Emyluz. (Fonte: Disciplina do Protagonismo Cristão do Mestrado em Divindade com Ênfase em Teologia Sistemática/AMID-SEAMID; Cascavel-PR).

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O CRISTÃO E O TRIPÉ FUNDAMENTAL

Segundo o pensador Duns Scotus (1206-1308), o fundamento cristão se apóia no tripé: AMOR, FÉ, AÇÃO.

Crer em Jesus Cristo, significa amor, implica em atuação, participação, presença, testemunho, comunhão, amor ao próximo. O importante é vivenciar a fé expressa na celebração espontânea, alegre, jubilosa e participativa; através da música, do movimento, da dança, do gesto e do canto. A religião é uma experiência pessoal de fé, provoca conversão. É uma vivência comunitária da prática celebrativa da fé, gera relações fraternas e o desejo das bem-aventuranças.

TEMPOS ATUAIS: Floresce fenômeno religioso.
Na virada do milênio acentua-se o subjetivismo da fé, o simplismo ritual, simbolismo celebrativo e o mercado da fé. Há uma grande necessidade de fundamentação para dar consistência a fé e a prática da fé. O fundamento do coração (fé, graça e intenção) e o fundamento da razão (argumento, doutrina e convencimento).
Necessitamos urgentemente de buscas metodológicas para a evangelização como:
 a) Experiência da fé e conversão pessoal:
 b) Missão Ética e Profética da Evangelização:
 c) Dons na ação evangelizadora.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

HOSPITAL DO SENHOR

Existem doenças do corpo, e estas são ruins, mais a pior doença que existe é a da alma.
Reflita...
Fui ao hospital do Senhor para fazer um check-up de rotina e constatei que estava DOENTE. Quando Jesus mediu minha pressão, verificou que estava baixa de TERNURA. Ao medir a temperatura, o termômetro registrou 40 graus de EGOÍSMO. Fiz um eletrocardiograma e foi diagnosticado que eu necessitava de uma PONTE DE AMOR, pois minhas veias estavam bloqueadas por não abastecerem meu CORAÇÃO VAZIO. Ortopedicamente, tinha dificuldade de andar lado a lado e não conseguia abraçar os irmão por ter fraturado o braço, ao tropeçar na minha VAIDADE. Tinha miopia, constatada por não enxergar além das APARÊNCIAS. Queixei-me de não poder ouvi-lo, diagnosticou bloqueio em decorrência das PALAVRAS VAZIAS. Obrigada Senhor, por não ter custado nada a consulta, pela Sua grande misericórdia, mas prometo, após ser medicado e receber alta do hospital, somente usar homeopatia pelos remédios naturais que me indicaste e estão no receituário do EVANGELHO DE JESUS CRISTO. Vou tomar ao levantar, chá de OBRIGADA SENHOR. Ao entrar no trabalho, uma colher de sopa de BOM DIA, IRMÃOS! E de hora em hora, um comprimido de PACIÊNCIA, com meio copo de HUMANIDADE.
Ah, Senhor! Ao chegar em casa vou tomar uma injeção do AMOR e ao deitar, duas cápsulas de CONSCIÊNCIA TRANQÜILA. Assim tenho certeza, não ficarei mais doente. Prometo prolongar este tratamento preventivo por toda a minha vida, para que quando me chamares seja por morte natural. Obrigada Senhor, e perdoe-me por ter tomado Seu tempo. De sua eterna cliente...
Pesquisa de Mestrado em Divindade de Emília Ignácio. (CD-Prof. Pr Delvacyr). Que Deus o abençoe.

OS DONS DE DEUS

Entrei e vi um Anjo no balcão.
Maravilhado lhe disse:
Santo Anjo do Senhor, o que vendes?
Respondeu-me:
- Todos os dons de Deus.
- Custa muito?
- Não. Tudo é de graça.
Contemplei a loja e vi:
Jarros e Vidros de fé, Pacotes de esperança, Caixinhas de salvação e Sabedoria.
Tomei coragem e pedi:
- Por favor, quero muito amor de Deus, todo perdão Dele, vidro de fé, bastante felicidade e salvação eterna para mim e para minha família.
Então o Anjo do Senhor preparou um pequeno embrulho que cabia na minha mão.
- É possível tudo aqui?
O Anjo respondeu-me sorrindo:
- Meu querido irmão, na loja de Deus não vendemos frutos, apenas sementes.

Pr Delvacyr:Prof. Mestrado em Divindade

GRANDE MISSIONÁRIO DE DEUS E SUA EXPERIÊNCIA COM INDÍGENAS

OS POVOS INDÍGENAS NO BRASIL E A URGÊNCIA MISSIONÁRIA
Vivemos em um país com 257 tribos indígenas perfazendo uma população aproximada de 364.000 pessoas. Segundo o pesquisador Paulo Bottrel1 apenas 4 etnias (Katuena, Mawayana, Wai-Wai e Xereu) possuem a Bíblia completa, 34 dispõem do Novo Testamento e outras 59 contam com porções bíblicas. Entretanto mais de 120 tribos necessitam urgentemente da tradução das Escrituras. Apesar das 25 Agências Missionárias que bravamente atuam entre os índios em nosso país ainda contamos com um vasto campo que necessita do evangelho e 103 grupos permanecem sem presença missionária.
É certo que o desafio vai muito além das estatísticas e das palavras, pois é prefigurada por faces, vidas, histórias e culturas milenares as quais tem sofrido ao longo dos séculos a devassa dos conquistadores, a forte imposição sócioeconômica, etnofagias e perdas culturais.
Em meio a todo este quadro há necessidade gritante de homens e mulheres que se disponham a encarar a transmissão do evangelho valorizando o homem e sua cultura dentro de uma esfera de compreensão lingüística e aplicabilidade social, o que envolve o ultrapassar de várias barreiras. Uma delas é o estudo, registro, preservação, uso e valorização das línguas maternas.
O Apelo das Minorias
No contexto sul-americano nosso país possui a maior densidade lingüística e diversidade genética e, paradoxalmente, uma das menores concentrações demográficas por língua falada. As 185 línguas indígenas são distribuídas em 41 famílias, dois troncos e uma variedade desconhecida de línguas isoladas2. Em meio a esta grande diversidade apenas 3 etnias (Tikuna, Kaingang e Kaiwá) possuem mais de 20.000 pessoas e a média de falantes por língua é de 196 pessoas. 53 povos têm menos de 100 indivíduos e há aqueles com menos de 10 representantes como os Akunsu, com 7 pessoas, os Arua com 6 e os Jumas também com 7 indivíduos. Quando pensamos em grupos indígenas nos confrontamos com a realidade de povos minoritários.
Nos anos 80 pesquisadores do Museu Goeldi encontraram os dois últimos falantes do Puruborá. Em 1995 foi identificado um grupo arredio como sendo falante do até então desconhecido Canoê3 e Pierre Grenand reconhece a existência de 52 grupos ainda sem contato com o mundo exterior cujas línguas não foram estudadas, praticamente todas minoritárias.
O Brasil evangélico não indígena, por sua vez, experimenta desde os anos 80 um rápido crescimento tanto em número de templos como de convertidos, motivo de louvor a Deus. Isto por outro lado têm nos levado a desenvolver uma missiologia mais pragmática, que cultua os resultados, do que Escriturística, que valoriza a Palavra. Assim tanto a expectativa missionária por parte do corpo evangélico nacional quanto à prática no plantio de igrejas valoriza o quantitativo. E isto não será encontrado no universo indígena, pois a conversão de toda uma tribo pode representar, em alguns casos, apenas uma dúzia de pessoas. Precisamos ser relembrados da proposta de Jesus: tornar-se conhecido dentre todos os povos, tribos línguas e nações da terra4 e isto jamais acontecerá enquanto não alcançarmos os grupos minoritários. Precisamos de uma Igreja apaixonada por Jesus e disposta a gastar bastante tempo e recursos no preparo de seus obreiros a fim de fazer o Evangelho de Cristo conhecido entre todos os povos, também os minoritários.
O Apelo da Subsistência Lingüística
Michael Kraus5 afirma que 27% das línguas sul-americanas não são mais aprendidas pelas crianças. Isto significa que um número cada vez maior de crianças indígenas perde seu poder de comunicação a cada dia. Isto possui raízes diferenciadas que vai desde a imposição socioeconômica nas tribos mais próximas dos vilarejos e povoados até a falta de uma proposta educacional na língua materna, fazendo-os migrar para o português.
Rodrigues6 estima que, na época da conquista, eram faladas 1273 línguas, ou seja, perdemos 85% de nossa diversidade lingüística em 500 anos. Luciana Storto delata uma crise sociolingüística no estado de Rondônia onde 65% das línguas estão seriamente em perigo por não serem mais usadas pelas crianças e por terem um número pequeno de falantes.
Precisamos perceber que a perda lingüística está associada às perdas culturais irreparáveis como a transmissão do conhecimento, formas artísticas, tradições orais, perspectivas ontológicas e cosmológicas. Perde-se também a ponte de comunicação para um pleno entendimento do evangelho. No processo de transição, quando a língua materna é perdida, normalmente há o que podemos chamar de ‘geração perdida’, um vácuo cultural que normalmente atinge uma geração inteira. Ou seja, no processo de perda lingüística e migração para o português, os grupos indígenas normalmente passam por um processo de adaptação quando não possuem mais fluência na antiga língua materna e também não aprenderam o suficiente do português para uma comunicação mais profunda, processo que em média dura 30 anos. Este é um momento de perigo onde a identidade indígena é auto-questionada, seus valores perdidos e, sobretudo seu poder de comunicação. A presença missionária catalogando, analisando e registrando a língua indígena a valoriza perante seu próprio povo e abre caminho para sua preservação. O Evangelho assim não apenas responde os questionamentos da alma, mas contribui para a sobrevivência cultural.
O Apelo da Tradução Bíblica
‘Se Deus nos ama, por que Ele não fala a nossa língua?’
Estas palavras impactaram a mente de William Cameron Townsend quando trabalhava com o povo Cakchiquel da Guatemala desde 1919. Após ser despertado para a necessidade de comunicar o evangelho na língua materna de cada povo ele se dispôs a fundar a SIL (Sociedade Internacional de Lingüística) que atua perseverantemente na tradução das Escrituras. Mas esta não é apenas uma preocupação moderna. Martinho Lutero, reformador protestante, percebeu rapidamente a incapacidade da Igreja conhecer a Deus sem conhecer a Palavra e assim lançou em 1534 a primeira edição da Bíblia por ele traduzida.
A força missionária tem sido ao longo das décadas um divisor de águas na subsistência das línguas indígenas brasileiras sob o esforço da SIL7 e Missão Novas Tribos do Brasil dentre outras Agências missionárias e atualmente novas organizações como ALEM8 tem liderado o interesse pela tradução bíblica. Boa parte devido aos nossos preciosos irmãos norte-americanos que valorosamente trabalharam e trabalham na análise e grafia lingüística e tradução da Palavra para vários idiomas, como o caso do missionário Robert Hawkins que dedicou 54 anos de sua vida traduzindo a Bíblia completa para a língua Wai-Wai.
O presente apelo é por obreiros brasileiros, com desejo de se esmerarem no estudo lingüístico e se prepararem da melhor forma possível para transmitir o evangelho a mais de 120 línguas no Brasil Indígena.
Conclusão
Cerca de 3 anos atrás, quando estávamos integralmente envolvidos com a evangelização dos Konkombas em Gana na África, participei de uma conferência em Chicago onde se reuniam missiólogos e missionários de boa parte do mundo. Muitos temas eram estudados, mas, sobretudo havia oportunidade para desafios missionários nas preleções da noite. Em minha sessão, falando sobre povos ainda não alcançados, tentei confrontar o auditório com um silogismo bíblico de responsabilidade na comunicação do evangelho dizendo: ‘... Em Gana a Igreja fortemente expressiva no sul do país ainda não se despertou para as quase 100 tribos não alcançadas ao norte, dentre elas os Konkombas-Bimonkpeln com os quais trabalhamos. Infelizmente ainda é necessário o envio de missionários estrangeiros para o alcance das tribos ao norte porque a Igreja dorme’.
Na preleção a seguir um norte americano falaria sobre o desenvolvimento de igrejas autóctones. Ele iniciou seu sermão mais ou menos da seguinte forma: “Fui missionário por mais de 20 anos na Amazônia brasileira entre indígenas ainda não alcançados, pois apesar da existência de milhões de evangélicos naquele país não havia missionários suficientes. Isto por que a Igreja dorme.”
Senti-me muito constrangido, mas reconheci, infelizmente, que suas palavras não estavam tão longe da verdade. É possível mudar.
Notas:
1 Responsável pelo banco de dados da AMTB
2 Segundo Aryon Rodrigues, ‘Línguas Indígenas – 500 anos de descobertas e perdas’
3 Segundo relato de Pierre e Fraçoise Grenand
4 Apocalipse 5:9
5 Michael Krauss - The world’s languages in crisis’
6 Idem Nota 2
7 Sociedade Internacional de Lingüística
8 Associação Lingüística Evangélica Brasileira
Ronaldo Lidório - É doutor em Antropologia, missionário da Missão AMEM em parceria com a APMT. Trabalha atualmente no Projeto Amanajé entre índios do Amazonas.
Extraído da Revista AMEM, nº 13, 3º Trim/2003. pp.12-14.
Homenagem de Emyluz
Parabéns pelo belo projeto, por sua força e coragem. Esse é o verdadeiro segmento de evangelização entre povos e nações como deixou Jesus Cristo. Fiz questão de ilustrar essa experiência no meu blog para que muitos sigam seu exemplo.
Trabalho de pesquisa do Mestrado em Divindade de Emília Ignácio.

JESUS DE NAZARÉ E O LANÇAMENTO DO CRISTIANISMO PRIMITIVO

Os romanos ridicularizavam a religião judaica e procuravam impor o culto ao imperador, coisa que para os judeus era a pior das humilhações. Por isso os judeus não apreciavam o domínio Romano.

Os judeus esperavam ansiosamente o momento de sua libertação, que seria acompanhada da guerra entre o bem e o mal, e que terminaria com a vinda do Messias, que libertaria o povo judeu.

Neste clima tenso foi que nasceu Jesus de Nazaré. Ele tornou-se um importante pregador de idéias renovadoras para o judaísmo. Jesus, na época, não conseguiu obter muitos adeptos, pois não viam nele o líder militar que desejavam, nem o aceitavam como messias. É neste ponto da história que o cristianismo primitivo toma seu principal rumo e lançam-se as bases da hierarquia da Igreja.

(Pr Delvacyr)Texto de pesquisa: Mestrado em Divindade de Emília Ignácio.

domingo, 1 de agosto de 2010

TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO À LUZ DA BÍBLIA

Ao entrarmos no terceiro milênio nos deparamos com temas variados que afetam a população brasileira e mundial, dentre os quais encontramos o meio ambiente, fome, exclusão social, dignidade do trabalhador, desespero (muitos se suicidam), injustiça, presos por engano, ladrões de colarinho branco solto livremente por aí, dentre outros. Neste contexto, me pego a refletir. Qual é a missão real das igrejas Cristãs? A Bíblia disse que Cristo veio ao mundo para que todos tenham vida e a tenham em abundância. (João 10:10-11) Jesus era compassivo e solidário e nos deu vários exemplos, alimentou multidões famintas, curou cego, recuperou a dignidade de excluídos etc. A Teologia da libertação vem com o objetivo que é justamente defender o que Cristo ensinou. Mesmo assim ainda é muito criticada. Melhor seria se obedecessem as ordens de Cristo, seguindo exemplos como de Francisco de Assis, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce, Frei Leonardo Bofe, e os exemplos de outros protestantes. É algo realmente interessante e um sonho maravilhoso, onde os ideais e ações de Jesus Cristo pudessem ser colocados em prática, sem medo de levantar a bandeira dos pobres e oprimidos mesmo correndo o risco de perder a liberdade e a própria vida como Jesus. Se a igreja não ficar do lado dos pobres quem ficará? De que vale muito conhecimento se não há dignidade entre nós. A Teologia da Libertação só não vem tocar quem é insensível ou ferir os interesses de elite, mas alertar para não precisarmos cair em decadência para percebermos a hora de agir. Ela é e continuará sendo resposta para muitas crises enfrentadas no mundo de hoje. Devemos redobrar nossa fé e esperança para continuar a caminhada do Povo de Deus na construção do Reino, seja no âmbito interno e externo da Igreja. Pois as mudanças que ainda estão por vir profeticamente, virão! Nas comunidades e nos organismos pautados pelo Evangelho como instrumento de libertação, a mesa eucarística se faz verdadeiramente a refeição do pão e do vinho, das alegrias e das tristezas, da vida e da morte. Somos vocacionados, cada um com seu carisma, na construção de modo horizontal da experiência mística da partilha de vida, de poder, de sonhos e riquezas. Que a hierarquia da Igreja, que os poderosos do nosso tempo, contemplem-se nos mistérios preferidos por Deus, que são os pequenos, os pobres, os abandonados, os excluídos! O Evangelho e a Igreja de Jesus Cristo formam verdadeiramente a Teologia da Libertação! À Luz da Bíblia Jesus nos ensinou a enfrentar as injustiças sociais e lutar por uma sociedade justa e igualitária, pois assim, estaríamos colocando em prática o plano de Deus. Ao fazermos isto, despertaríamos a ira dos que defendem outros projetos e estes elementos iriam nos criar todo tipo de dificuldades para a nossa sobrevivência. Ao enfrentarmos os obstáculos na defesa de princípios éticos, estabeleceríamos uma relação com o espiritual, que se inicia com o processo de autoconhecimento, através do qual obteríamos respostas às nossas mais profundas indagações. Este é o processo para atingirmos a evolução espiritual que tanto almejamos. Os ensinamentos unem o plano material e o plano espiritual. Os registros históricos sãos os conhecimentos que nos chegam através dos séculos, embora não muito claros, pois com certeza a documentação foi destruída pelos detentores do poder na época, pois as promessas de Jesus aos que chegam até o final da caminhada, abalam a estrutura da cultura espúria. Pois se trata do acesso a gênese da criação, da eternidade do espírito, da nossa origem, origem da natureza, das oportunidades e destino dos opositores, detalhes do projeto terrestre, fim da morte e a ressurreição em um corpo sutil, com habilidades especiais para a construção da cultura divina na terra. Isto significa dizer que Deus nos permite o acesso ao conhecimento e nos tornamos consciente da nossa missão na terra, aí então, é estabelecida a aliança. Feito isto por uma maioria, a terra se tornará o "Paraíso", local aonde será possível viver com mais intensidade o nosso lado espiritual. Quando então Jesus poderá cumprir a promessa de ressurgir entre nós. Para isto a sociedade será aquela defendida por Karl Marx, que dissecou as artimanhas dos exploradores, apontou o caminho para o combate e visualizou uma nova organização social, aonde não haverá explorado e explorador. Cabe a nós humanos que amamos a vida e almejamos a felicidade, nos engajarmos na construção da nova sociedade. É muito difícil ser cristão no mundo de hoje vendo as atrocidades e o descaso onde procuram defender-se dos ataques àqueles que cumprem ou querem fazer-se cumprir a palavra de Deus. Mas o Cristão que realmente é engajado dentro da sua manifestação de Fé sabe realmente o que fazer. Cristo, o Ressuscitado, é que dá força. DELE vem toda a sabedoria. Não são palavras jogadas ao vento sem ação, mas as que foram eternizadas e guardadas pelos seus súditos, apaixonados discípulos. Para que o caminhar da LIBERTAÇÃO possa ocorrer é necessário não medirem forças, mas aglutiná-las no mesmo fim. A missão do povo de Deus de semelhante modo deve caracterizar-se pelo serviço e ação, com ardor e amor. Jesus identificou-se com o pobre e o sem lar (Mateus 8.20; Lucas 9.58) atitude que o levou a entrar em divergência com a posição dos religiosos (21.14,15, 23), o que culminou na cruz (Lucas 22.2-6). Da aliança mosaica às promessas do evangelho, a Bíblia está continuamente apontando para o pobre, a viúva, o órfão, o estrangeiro, o necessitado e o oprimido. O Velho Testamento revela vários fatos significativos acerca da atitude de Deus para com o pobre. “Ele acode ao necessitado que clama, e também ao aflito e ao desvalido. Ele tem “piedade do fraco e do necessitado, e salva alma aos indigentes” (Salmo 72.12-13). O Senhor “não se esquece do clamor dos aflitos” (Salmo 9.12). “Foste a fortaleza do pobre, e a fortaleza do necessitado na sua angústia” (Isaías 25.4). Na ordem social do Velho Testamento, o pobre recebia um benefício econômico. O povo devia emprestar liberalmente ao pobre, sem cobrar juros (Deuteronômio 15.7-11; Êxodo 22.25). Parte do trigo e da colheita da uva deveria ser deixada no campo, para ficar para o pobre (Levítico 19.9,10; 23.22). De modo significante, parte do propósito do dízimo era prover a carência do pobre (Deuteronômio 14.29; 26.12,13). Enfatiza-se que Deus requer justiça para o pobre e julgará aqueles que os oprimirem. As palavras de Deus ao profeta Zacarias são representativas: “Executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia cada um a seu irmão; não oprimais a viúva, nem o órfão, nem o estrangeiro, nem o pobre” (Zacarias 7.9,10; Levítico 19.15; Deuteronômio 16.18.20; 24.14.22; Provérbios 31.9; Amós 2.6,7). Finalmente, ensina que o povo de Deus tem sobre si uma responsabilidade ética especial para com o pobre. A recordação de sua escravidão no Egito foi o motivo para que os israelitas demonstrassem misericórdia para com o oprimido (Deuteronômio 24.17-22). Todos estes ensinos sobre o pobre são parte da palavra de Deus. Embora eles estejam ligados aos contextos históricos específicos, a mensagem ética brilha amplamente e forma o cenário dos ensinos e atitudes do próprio Jesus.A atenção divina para com o pobre aparece consistentemente dentro do contexto da justiça de Deus e a obra de justiça no meio de seu povo. Assim, biblicamente, palavras como pobre, necessitado, oprimido, forasteiro têm tipicamente um conteúdo moral, relacionado com a exigência divina por justiça. A verdadeira reconciliação com Deus leva inevitavelmente à transformação de todos os outros relacionamentos. A missão da igreja neste mundo é mais do que proclamação verbal. É um serviço sacrifical para o qual Cristo envia seus seguidores ao mundo, assim como o Pai o enviou (João 1.14; Filipenses 2.2-11; Marcos 10.44,45; Romanos 5.8); (Nicholls, 1986; Stott, 1977; Costas, 1989). O Novo Testamento intensifica as manifestações e exigências da revelação hebraica como também requer uma nova dinâmica e uma nova dimensão àquela instrução (Mateus 5-7; Marcos 12.28-34; Lucas 10.30-37; 1 João 4.7-11); (Stott, 1982; Conn, 1984). A vinda do Senhor foi a benefício da justiça para todos e eqüidade para com os aflitos da terra. É impossível aos cristãos amar a Deus sem expressar seu amor ao próximo (ver 1 João 4.7-21). Jesus veio não meramente para ensinar, nem reformar a sociedade, mas para reconciliar os seres humanos com Deus por meio dele. Jesus ensinou, mas seu ensino tinha uma qualidade dinâmica (Marcos 1.15, 22). Ele denunciou a hipocrisia (Mateus 23) e a injustiça (Mateus 25.31-46), mas suas reformas foram tão extensivas que teve de nomear homens para ajudá-lo a expandir o Reino de Deus. Quando Jesus veio proclamar o Reino, Ele fez um apelo para um novo estilo de vida. Como diz Bright, (1953, 200), “é uma conclamação à obediência total e radical”. Ele os chamou para o Reino do Servo. Como Bright observa, é um Reino dos mansos e humildes, no qual o líder é Aquele que está desejoso de ser o menor de todos e servo de todos... . Mas àqueles que são chamados é dado menos que a missão do servo: proclamar o evangelho do Reino a todas as nações da terra (Bright).


“Serão benditas todas as nações da terra”. {Gênesis 22:18}.FONTE DE PESQUISAS:
Livro: Bíblia Sagrada
Ensinamentos de Jesus-Maria Clarice Abraão.
Mensagens Cristãs. WWW.badongo.com
Rev. Antonio José
Governador Valadares-MG.


Emília Ignácio Jacomini.
Guaratuba, 14/9/2008.(Mestrado em Divindade com Ênfase em Teologia Sistemática);
Disciplina: Teologia da Libertação. {Seminário Teológico AMID_SEAMID/Cascavel-PR.}.

domingo, 23 de maio de 2010

Caridade

A caridade é o processo de somar alegrias, diminuir males, multiplicar esperanças e dividir a felicidade, para que a Terra se realize na condição do esperado Reino de Deus. (Emmanuel).

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Formatura do Mestrado em Divindade/Teologia


Agradeço primeiramente a Deus-Pai, a Jesus Cristo, o qual me inspirei e idealizei como Tema de minha Monografia, a minha família pelo apoio, aos Doutores e Mestres/professores pela dedicação e o conhecimento transmitido.
Parabéns ao Seminário SEAMID/Cascavel,Faculdade que ministrou o curso, por estar evangelizando e assegurando sempre mais um Cristão para a obra do Senhor. Que as bênçãos do céu sejam derramadas sobre vós.
Emyluz

domingo, 7 de março de 2010

AGRADECIMENTO

MESTRADO EM TEOLOGIA
FORMATURA: 07 DE FEVEREIRO DE 2010.

AGRADEÇO A DEUS, AOS MEUS FAMILIARES,AOS AMIGOS, AOS PROFESSORES PELO APOIO E POR ACREDITAR NA MINHA VITÓRIA.
TODA HONRA E TODA GLÓRIA É EM HOMENAGEM A DEUS E A JESUS CRISTO POR ME DAR MAIS ESTA OPORTUNIDADE DE VENCER.

OBRIGADA DEUS!

PARA TODAS AS MULHERES!




08 DE MARÇO

DATA DE VENERAÇÃO ÁS MULHERES GUERREIRAS!
ÁQUELAS QUE DESAFIAM A SOCIEDADE, ENFRENTAM SEUS MEDOS, SE ENTREGAM DE CORAÇÃO.
MULHER! QUE SUA VIDA SEJA UM MAR CHEIO DE EMOÇÕES, ALEGRIAS E CONQUISTAS.
FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

AO PREFESSOR COM CARINHO

Feliz retorno às aulas neste ano letivo de 2010.
Para você.

Senhor, ao reiniciar esta jornada peço a tua proteção.

Volta teus olhos para o caminho que vou trilhar, estendendo a tua proteção sobre todos os meus passos e dos alunos.

Ilumina a minha estrada, sempre que estás comigo sou forte e capaz de suportar as lições que me destinas.

Orienta as decisões que deverei tomar. Acompanha-me e certifica-me de que estarei indo ao encontro das minhas melhores opções.

Faz com que minha jornada tenha sucesso, Senhor.

Livra-me dos perigos e de qualquer situação que possa me impedir de construir minha felicidade.

Governa as minhas ações e o comportamento daqueles que podem influenciar o meu destino.

Dirige tua luz divina para teus filhos, que ora com fervor e são motivados pelo teu amor.

Que assim seja para sempre.

Queridos mestres: Que Deus esteja guiando teus passos e que este ano letivo seja pontuado de sucesso.
Abraços da Emyluz

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Nossas peculiaridades

"Todos somos igualmente filhos de Deus, mas como Deus-Pai possui no seu interior infinita personalidade , concedeu a cada filho uma peculiaridade que o difere dos outros. Quanto mais as pessoas manifestarem as respectivas peculiaridades, menores se tornarão os atritos, e todas poderão cooperar e contribuir para o progresso mútuo".

"Não haverá nenhuma paz onde existe a ambição, mesmo a ambição de desejar trazer a paz ao mundo." (Nasaharu Taniguchi).