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(Provérbio 3,13).

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O JESUS DA BÍBLIA


Os Evangelhos, que são a principal fonte de dados sobre a vida de Jesus, não podem ser entendidos como uma biografia no sentido comum do termo, pois cada um dos quatro evangelistas evidenciou propósitos específicos com seus livros, procurando proclamar através deles o Cristo como Senhor e Salvador, o perfeito unigênito Filho de Deus. O propósito religioso dos evangelistas não os impediu de se referirem aos detalhes históricos da vida de Jesus. Havia em cada um deles a consciência da responsabilidade de registrarem a verdade acerca de Jesus, impedindo que sua fé e a de seus irmãos viessem a se basear em fantasias, mitos ou lendas, que caracterizavam tantas outras religiões. Havia também entre eles a preocupação de não se afastarem da realidade histórica da vida de Jesus, pois muitos deles estiveram em contato bastante íntimo com o Mestre, conhecendo bem de perto os detalhes que cercavam a sua vida, e qualquer deslize no tocante ao registro de tais detalhes poderia levá-los à desmoralização, tanto pessoal quanto da sua obra. Além dos vários testemunhos da própria Bíblia acerca de si mesma (Am 3,8; At 4.24-25; II Tm 3.16 e II Pe 1.20-21), qual era a atitude do Senhor Jesus Cristo acerca das Escrituras? Mais uma vez prova sua divindade, seu juízo a respeito de algo que seria tão infalível. Jesus cita várias vezes, as Escrituras como argumento final, dizendo “está escrito”. Ele falou de si mesmo a dos acontecimentos que acercavam sua vida como sendo cumprimentos das Escrituras (Mt 26.54-56). Talvez sua afirmação mais cabal, acerca da Bíblia como Palavra de Deus, tenha sido sua declaração: “As Escrituras não podem falhar” (Jo 10.25). Mais uma indicação de que a Bíblia é a palavra e Deus reside no apreciável número de profecias cumpridas que ela encerre. Muitas profecias bíblicas são específicas em suas minúcias. Ela tem completa unidade e harmonia. Só há uma história em toda a Bíblia, apesar de Deus ter usado autores humanos diferentes para registrá-la. A Bíblia não só satisfaz as exigências mínimas para ser um livro procedente de Deus, como também contém provas convincentes de sua origem divina. Se rejeitarmos as Escrituras como Palavra de Deus estaremos em desacordo com o Deus eterno, o criador do mundo. A profecia de Miquéias 5.2, é uma ilustração impressionante, tanto de predição a respeito de Cristo, quanto de minúcias históricas.
Parte da Dissertação do Mestrado em Divindade/Ênfase em Teologia Sistemática.
Fonte: Pedagogia de Jesus.M.A.Rabaiolli e Apostila do Curso de Mestrado.
Espero que essa ilustração venha esclarecer a quem ainda tiver dúvidas sobre a veracidade da Bíblia, dos Evangelhos, da Existência de Jesus e os propósitos de Deus para nossas vidas. Abraços de Emyluz.

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