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BEM-AVENTURADO O HOMEM QUE ACHA SABEDORIA, E O HOMEM QUE ADQUIRE CONHECIMENTO

(Provérbio 3,13).

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Á LUZ DA BÍBLIA, COMO PODEMOS ANALISAR A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO?

A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO À LUZ DA BÍBLIA
Ao entrarmos no terceiro milênio nos deparamos com temas variados que afetam a população brasileira e mundial, dentre os quais encontramos o meio ambiente, fome, exclusão social, dignidade do trabalhador, desespero (muitos se suicidam), injustiça, presos por engano, ladrões de colarinho branco solto livremente por aí, dentre outros. Neste contexto, me pego a refletir. Qual é a missão real das igrejas Cristãs? A Bíblia disse que Cristo veio ao mundo para que todos tenham vida e a tenham em abundância. (João 10:10-11) Jesus era compassivo e solidário e nos deu vários exemplos, alimentou multidões famintas, curou cego, recuperou a dignidade de excluídos etc. A Teologia da libertação vem com o objetivo que é justamente defender o que Cristo ensinou. Mesmo assim ainda é muito criticada. Melhor seria se obedecessem as ordens de Cristo, seguindo exemplos como de Francisco de Assis, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce, Frei Leonardo Bofe, e os exemplos de outros protestantes. É algo realmente interessante e um sonho maravilhoso, onde os ideais e ações de Jesus Cristo pudessem ser colocados em prática, sem medo de levantar a bandeira dos pobres e oprimidos mesmo correndo o risco de perder a liberdade e a própria vida como Jesus. Se a igreja não ficar do lado dos pobres quem ficará? De que vale muito conhecimento se não há dignidade entre nós. A Teologia da Libertação só não vem tocar quem é insensível ou ferir os interesses de elite, mas alertar para não precisarmos cair em decadência para percebermos a hora de agir. Ela é e continuará sendo resposta para muitas crises enfrentadas no mundo de hoje. Devemos redobrar nossa fé e esperança para continuar a caminhada do Povo de Deus na construção do Reino, seja no âmbito interno e externo da Igreja. Pois as mudanças que ainda estão por vir profeticamente, virão! Nas comunidades e nos organismos pautados pelo Evangelho como instrumento de libertação, a mesa eucarística se faz verdadeiramente a refeição do pão e do vinho, das alegrias e das tristezas, da vida e da morte. Somos vocacionados, cada um com seu carisma, na construção de modo horizontal da experiência mística da partilha de vida, de poder, de sonhos e riquezas. Que a hierarquia da Igreja, que os poderosos do nosso tempo, contemplem-se nos mistérios preferidos por Deus, que são os pequenos, os pobres, os abandonados, os excluídos! O Evangelho e a Igreja de Jesus Cristo formam verdadeiramente a Teologia da Libertação! À Luz da Bíblia Jesus nos ensinou a enfrentar as injustiças sociais e lutar por uma sociedade justa e igualitária, pois assim, estaríamos colocando em prática o plano de Deus. Ao fazermos isto, despertaríamos a ira dos que defendem outros projetos e estes elementos iriam nos criar todo tipo de dificuldades para a nossa sobrevivência. Ao enfrentarmos os obstáculos na defesa de princípios éticos, estabeleceríamos uma relação com o espiritual, que se inicia com o processo de autoconhecimento, através do qual obteríamos respostas às nossas mais profundas indagações. Este é o processo para atingirmos a evolução espiritual que tanto almejamos. Os ensinamentos unem o plano material e o plano espiritual. Os registros históricos sãos os conhecimentos que nos chegam através dos séculos, embora não muito claros, pois com certeza a documentação foi destruída pelos detentores do poder na época, pois as promessas de Jesus aos que chegam até o final da caminhada, abalam a estrutura da cultura espúria. Pois se trata do acesso a gênese da criação, da eternidade do espírito, da nossa origem, origem da natureza, das oportunidades e destino dos opositores, detalhes do projeto terrestre, fim da morte e a ressurreição em um corpo sutil, com habilidades especiais para a construção da cultura divina na terra. Isto significa dizer que Deus nos permite o acesso ao conhecimento e nos tornamos consciente da nossa missão na terra, aí então, é estabelecida a aliança. Feito isto por uma maioria, a terra se tornará o "Paraíso", local aonde será possível viver com mais intensidade o nosso lado espiritual. Quando então Jesus poderá cumprir a promessa de ressurgir entre nós. Para isto a sociedade será aquela defendida por Karl Marx, que dissecou as artimanhas dos exploradores, apontou o caminho para o combate e visualizou uma nova organização social, aonde não haverá explorado e explorador. Cabe a nós humanos que amamos a vida e almejamos a felicidade, nos engajarmos na construção da nova sociedade. É muito difícil ser cristão no mundo de hoje vendo as atrocidades e o descaso onde procuram defender-se dos ataques àqueles que cumprem ou querem fazer-se cumprir a palavra de Deus. Mas o Cristão que realmente é engajado dentro da sua manifestação de Fé sabe realmente o que fazer. Cristo, o Ressuscitado, é que dá força. DELE vem toda a sabedoria. Não são palavras jogadas ao vento sem ação, mas as que foram eternizadas e guardadas pelos seus súditos, apaixonados discípulos. Para que o caminhar da LIBERTAÇÃO possa ocorrer é necessário não medirem forças, mas aglutiná-las no mesmo fim. A missão do povo de Deus de semelhante modo deve caracterizar-se pelo serviço e ação, com ardor e amor. Jesus identificou-se com o pobre e o sem lar (Mateus 8.20; Lucas 9.58) atitude que o levou a entrar em divergência com a posição dos religiosos (21.14,15, 23), o que culminou na cruz (Lucas 22.2-6). Da aliança mosaica às promessas do evangelho, a Bíblia está continuamente apontando para o pobre, a viúva, o órfão, o estrangeiro, o necessitado e o oprimido. O Velho Testamento revela vários fatos significativos acerca da atitude de Deus para com o pobre. “Ele acode ao necessitado que clama, e também ao aflito e ao desvalido. Ele tem “piedade do fraco e do necessitado, e salva alma aos indigentes” (Salmo 72.12-13). O Senhor “não se esquece do clamor dos aflitos” (Salmo 9.12). “Foste a fortaleza do pobre, e a fortaleza do necessitado na sua angústia” (Isaías 25.4). Na ordem social do Velho Testamento, o pobre recebia um benefício econômico. O povo devia emprestar liberalmente ao pobre, sem cobrar juros (Deuteronômio 15.7-11; Êxodo 22.25). Parte do trigo e da colheita da uva deveria ser deixada no campo, para ficar para o pobre (Levítico 19.9,10; 23.22). De modo significante, parte do propósito do dízimo era prover a carência do pobre (Deuteronômio 14.29; 26.12,13). Enfatiza-se que Deus requer justiça para o pobre e julgará aqueles que os oprimirem. As palavras de Deus ao profeta Zacarias são representativas: “Executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia cada um a seu irmão; não oprimais a viúva, nem o órfão, nem o estrangeiro, nem o pobre” (Zacarias 7.9,10; Levítico 19.15; Deuteronômio 16.18.20; 24.14.22; Provérbios 31.9; Amós 2.6,7). Finalmente, ensina que o povo de Deus tem sobre si uma responsabilidade ética especial para com o pobre. A recordação de sua escravidão no Egito foi o motivo para que os israelitas demonstrassem misericórdia para com o oprimido (Deuteronômio 24.17-22). Todos estes ensinos sobre o pobre são parte da palavra de Deus. Embora eles estejam ligados aos contextos históricos específicos, a mensagem ética brilha amplamente e forma o cenário dos ensinos e atitudes do próprio Jesus.A atenção divina para com o pobre aparece consistentemente dentro do contexto da justiça de Deus e a obra de justiça no meio de seu povo. Assim, biblicamente, palavras como pobre, necessitado, oprimido, forasteiro têm tipicamente um conteúdo moral, relacionado com a exigência divina por justiça. A verdadeira reconciliação com Deus leva inevitavelmente à transformação de todos os outros relacionamentos. A missão da igreja neste mundo é mais do que proclamação verbal. É um serviço sacrifical para o qual Cristo envia seus seguidores ao mundo, assim como o Pai o enviou (João 1.14; Filipenses 2.2-11; Marcos 10.44,45; Romanos 5.8); (Nicholls, 1986; Stott, 1977; Costas, 1989). O Novo Testamento intensifica as manifestações e exigências da revelação hebraica como também requer uma nova dinâmica e uma nova dimensão àquela instrução (Mateus 5-7; Marcos 12.28-34; Lucas 10.30-37; 1 João 4.7-11); (Stott, 1982; Conn, 1984). A vinda do Senhor foi a benefício da justiça para todos e eqüidade para com os aflitos da terra. É impossível aos cristãos amar a Deus sem expressar seu amor ao próximo (ver 1 João 4.7-21). Jesus veio não meramente para ensinar, nem reformar a sociedade, mas para reconciliar os seres humanos com Deus por meio dele. Jesus ensinou, mas seu ensino tinha uma qualidade dinâmica (Marcos 1.15, 22). Ele denunciou a hipocrisia (Mateus 23) e a injustiça (Mateus 25.31-46), mas suas reformas foram tão extensivas que teve de nomear homens para ajudá-lo a expandir o Reino de Deus. Quando Jesus veio proclamar o Reino, Ele fez um apelo para um novo estilo de vida. Como diz Bright, (1953, 200), “é uma conclamação à obediência total e radical”. Ele os chamou para o Reino do Servo. Como Bright observa, é um Reino dos mansos e humildes, no qual o líder é Aquele que está desejoso de ser o menor de todos e servo de todos... . Mas àqueles que são chamados é dado menos que a missão do servo: proclamar o evangelho do Reino a todas as nações da terra (Bright).


"Serão benditas todas as nações da terra”. {Gênesis 2}


FONTE DE PESQUISAS:
Livro: Bíblia Sagrada
Ensinamentos de Jesus-Maria Clarice Abraão.
Mensagens Cristãs. WWW.badongo.com
Rev. Antonio José
Governador Valadares-MG.


Emília Ignácio Jacomini.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

AUTOCONCEITO E MOTIVAÇÃO

  • De modo simplificado podemos dizer que motivação é tudo aquilo que está por trás de nossos comportamentos: corresponde às razões de cada um de nossos atos. 
  • Então, pense bem: se achamos que somos capazes de fazer uma coisa bem feita, certamente teremos confiança em nosso desempenho e conseguiremos realizá-la melhor. 
  • Se achamos que somos inteligentes e capazes, temos vontade de fazer as coisas para mostrar aos outros e a nós mesmos que temos valor.
  • Por tudo isso podemos dizer que nosso autoconceito, isto é, a maneira pela qual nos vemos, influi na motivação.

NA APRENDIZAGEM: PRINCÍPIOS QUE AJUDAM O PROFESSOR

1- Motivação é um fator de grande importância para a aprendizagem.
2-   O aluno tem mais motivação para aprender quando as coisas têm um significado para ele.
3-   A história pessoal do aluno precisa ser levada em conta.
4-  O aluno aprende melhor quando participa ativamente do processo de ensino.
5-   Elogios e recompensas ajudam mais a motivar o aluno do que críticas e punições.
6-   Para algumas aprendizagens a repetição é indispensável; mas precisa ser feita de forma interessante.
7-   O aluno aprende melhor uma coisa nova quando já domina as aprendizagens anteriores.
8-   A criança aprende melhor quando fica sabendo se foi bem sucedida, ou quais os erros que cometeu.
9-   As experiências de aprendizagem devem caminhar do simples para o complexo.
10-  As experiências de aprendizagem devem caminhar do concreto para o abstrato.

Fonte: Poppovic, Ana Maria: Pensamento e Linguagem.
        (Programa de Aperfeiçoamento para professores de 1ªs séries).

Com carinho aos  professores!!!!                                  Emyluz!!

FAMÍLIA, ESCOLA E APRENDIZAGEM

  É a família quem primeiro proporciona experiências educacionais à criança, no sentido de orientá-la e dirigi-la. Tais experiências resumem-se num treino que, algumas vezes, é realizado no nível consciente, mas que, na maior parte das vezes acontece sem que os pais tenham consciência de que estão tentando influir sobre o comportamento dos filhos.
  Como afirma Lindgren, este tipo de aprendizagem e ensino em diferentes níveis de consciência dá-se durante todo o tempo, dentro ou fora da escola. Os pais e os professores estão sempre ensinando simultaneamente em diferentes níveis de consciência, e as crianças estão sempre aprendendo em diferentes níveis. As coisas ensinadas ou aprendidas conscientemente podem ou não ser importantes e podem ou não fixar-se.
  Ainda segundo o autor, o que é ensinado e aprendido inconscientemente tem mais probabilidade de permanecer. No exemplo citado por ele, um estudante pode esquecer muitas das noções que aprendeu com alguns professores, mas lembra o tipo de pessoas que eram e as atitudes que tinham em relação a ele.
  Na família ocorre o mesmo.  A criança retém definitivamente os sentimentos que seus pais têm em relação a ela e à vida em geral. Esses sentimentos serão a base para o conceito que ela formará de si própria (autoconceito) e do mundo.  Uma criança que é desprezada aprende à desprezar-se: uma criança que é amada e aceita, tenderá a desenvolver atitudes positivas para a formação do seu autoconceito.
  Segundo Gagné, dizem que a experiência é o maior dos mestres: isto significa que os acontecimentos vividos pelo indivíduo em desenvolvimento - em sua casa, em seu meio geográfico, na escola e em seus vários ambientes sociais - determinarão o que ele vai aprender e, também, em grande parte, a espécie de pessoa que se tornará.
  Na escola, o professor deve estar sempre atento às etapas do desenvolvimento do aluno, colocando-se na posição de facilitador de aprendizagem e calcando seu trabalho no respeito mútuo, na confiança e no afeto. Como afirma Rogers, ele deverá estabelecer com seus alunos uma relação de ajuda, atento para as atitudes de quem ajuda e para a percepção de quem é ajudado.
  É de suma importância, portanto, que o professor conheça o processo de aprendizagem e esteja interessado nas crianças como seres humanos em desenvolvimento. Ele precisa saber o que seus alunos são fora da escola e como são suas famílias.
  Quando um educador respeita a dignidade do aluno e trata-o com compreensão e ajuda construtiva, ele desenvolve na criança a capacidade de procurar dentro de si mesma as respostas para os seus problemas, tornando-a responsável e, consequentemente, agente do seu próprio processo de aprendizagem.

Fonte de Pesquisa: Problemas de Aprendizagem(Elisabete da A. José e Mª T. Coelho

BOA REFLEXÃO PROFESSOR!                                         Com carinho: Emyluz!
  


APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA


 Para  que a aprendizagem provoque uma efetiva mudança de comportamento e amplie cada vez mais o potencial do educando, é necessário que ele perceba a relação entre o que está  aprendendo e a sua vida.
  O aluno precisa ser capaz de reconhecer as situações em que aplicará o novo conhecimento ou habilidade. Tanto quanto possível, aquilo que é  aprendido precisa ser significativo para ele.
  Uma aprendizagem mecânica, que não vai além da simples retenção, não tem significado para o aluno.
  Para ser significativa, é necessário que a aprendizagem envolva raciocínio, análise, imaginação e o relacionamento entre  idéias, coisas e acontecimentos.

Uma análise para o professor!!!                      Com carinho de Emyluz!

ORAR PELA FORÇA ESPIRITUAL

   Onde há vida espiritual, ainda existe a necessidade de força espiritual. Ser fortalecido significa ser munido pela graça de Deus para cada boa obra e fortalecido por essa graça contra todo o mal. É ser capacitado para realizar o nosso dever e ainda ficarmos firmes em nossa integridade.
   É um grande consolo para nós que aquele que tem a missão de fortalecer o Seu povo é Deus de um poder glorioso. O bendito Espírito Santo é autor desta força, pois somos fortalecidos com poder pelo Seu Espírito no homem interior (Ef 3.16). A Palavra de Deus é o meio pelo qual Ele comunica força, e isso deve ser obtido pela oração. Ao orar pela força espiritual, não estamos limitados nas promessas e, portanto não devemos estar limitados em nossas próprias esperanças e desejos. 

GRAÇA E PAZ A TODOS!!!

sexta-feira, 17 de abril de 2015

TENHAMOS O VERDADEIRO AMOR DE JESUS

  Quem ama as pessoas desprezadas como Ele amou? Quem acaricia os humildes de nossa espécie e os honra como seres humanos ímpares? Quem empresta seu tempo, sua atenção, sua emoção para aquecer os feridos de alma? Com suas palavras simples e profundas o mestre golpeou drasticamente não apenas os fariseus, mas todos nós. Criticava contundentemente a falta de humanidade dos fariseus e dos mestres da lei. Opunha-se ao julgamento preconcebido que faziam das pessoas  à arrogância deles.Suas críticas eram suaves, usando sempre sábias palavras e parábolas para os incentivar a pensar e reciclar os fundamentos de suas vidas.
  A emoção do Mestre era imensurável. Ele se preocupava com todas as pessoas que sofriam. Desejava ardentemente que cada pessoa não se sentisse inferior diante do desprezo e das dificuldades sociais que viviam. Se alguém almejasse ser seu discípulo, tinha de alargar os horizontes do seu pequeno mundo e incluir as pessoas, tinha de se deixar ser invadido por um amor que o impelisse a cuidar delas.
  O egoísmo, o orgulho e o individualismo são vírus da alma que nunca morrem. Você pode controlá-los, mas nunca eliminá-los. Se não os combater continuamente, eles um dia eclodirão sorrateiramente, infectando nossa emoção e nos distanciando  paulatinamente das pessoas.

Tenhamos que viver o amor de Cristo para que se agrade de nossas obras e nos aproxime cada vez mais no caminho rumo ao REINO DE DEUS.

Fonte de leitura: O Mestre da Vida: Augusto Cury.




domingo, 25 de janeiro de 2015

Viva a vida como uma criança!!!

  Viver como uma criança é o ideal quimérico e inatingível de todos os homens há milhares de anos. Viver  como uma criança significa permanecer fiel à natureza humana, ser EU em permanente processo de mutação,  expansão e movimento. Ser EU é estar em sintonia com o mundo em extrema profundidade,  desde os processos mentais mais primários e as emoções mais diferenciadas,  menos sujeitas às influências ambientais e à aprendizagem.
  Viver como criança é um  vir-a -ser eterno,  cheio de surpresas e maravilhas. E uma delas não há dúvida, é a honestidade, radical, puríssima, de existir em plenitude, de acordo consigo mesmo, com as suas necessidades mais vitais, com seus interesses e motivações mais íntimas e essenciais.
  Viver para uma criança, não se trata de acontecimento passageiro, previsto e limitado. Viver para uma criança, é um transbordamento de alegrias, uma explosão de mil potencialidades e feitos, um caudal ininterrupto de expectativas, assombros e sofrimentos. Ela não sabe, mas intui estar em desenvolvimento e mutação e, assim, para ela, o amor é um processo e a felicidade, nunca definitiva. Desde pequenina, ela se reconhece como uma individualidade, um ser destinado a uma existência própria, única. 
 "VIVER,  PARA UMA CRIANÇA,  É SIMPLESMENTE SER EU". 
                            Leitura: ( Psicologia Educacional: Marlene Rodrigues).


Só se pode amar e interagir sadiamente com os outros quando o eu é valorizado e distinguido pelo próprio indivíduo. Isto é o que  a criança faz. Do egocentrismo à assimilação do outro, a criança percorre um longo caminho de compreensão, de singularidade e empatia. Se ela for livre, chegará ao sociocentrismo, à fraternidade e ao entendimento autêntico e completo do outro. Mas... se for moldada pela sociedade e dirigida para padrões de comportamento, sua vida ficará empobrecida e, fatalmente, ela vai conhecer o altruísmo que, na verdade, não significa empatia nem fraternidade, mas é apenas mais um projeto social através do qual o indivíduo suprime as próprias percepções e respostas somáticas a uma situação em favor das respostas de todos os outros. A longo prazo, solapa a individualidade e destrói o poder criativo e autenticidade, desestimulando a responsabilidade e conduzindo à conformação. O círculo familiar e à educação escolar é fator fundamental para conduzir,orientar e direcionar o que a criança tem de bom e que permaneça com seu lindo interior nato e criativo. Não devemos jamais permitir que o ensino seja sucateado se quisermos um futuro brilhante de pessoas justas, solidárias, cultas. É através da educação que trabalhamos o ensino globalizado e podemos formar pessoas íntegras que irão  construir suas famílias também com membros íntegros. 
Deus permita que possamos permanecer com a alegria de ser criança, com  esperança e  motivação.  Dessa forma,  vislumbraremos  então,  um futuro fascinante  à nossa espera!

Abraços de Emyluz!




sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

LIÇÕES INESQUECÍVEIS PARA NOSSA VIDA

  Ninguém disse o que Jesus disse quando todas as células do seu corpo morriam. Ele nos deu lições inesquecíveis da aurora ao ocaso de sua vida, enquanto proferia belíssimos discursos até às suas reações ofegantes. Mostrou-nos que a vida é o maior espetáculo do mundo!
  A vida que pulsa na criatividade das crianças, na despedida dos amigos, no abraço apertado dos pais, na solidão de um doente, no choro dos que perdem seus amados, era para o mestre dos mestres a obra prima do Autor da existência. Por isso planejou derramar a sua alma na morte para que a vida humana continuasse a pulsar. Quando você estiver só no meio da multidão, quando errar, fracassar e ninguém o compreender, quando as lágrimas que você nunca teve coragem de chorar escorrerem silenciosamente em sua emoção e sentir que não tem mais forças para continuar sua jornada, não se desespere! Pare! Faça uma pausa na sua vida! Não dispare o gatilho da agressividade e do auto-abandono! Enfrente seu medo! Faça do seu medo nutriente para sua força. Destrave sua inteligência, abra as janelas da sua mente, areje seu espírito! Não seja um técnico na vida, mas um pequeno aprendiz. Permita-se a ser ensinado pelos outros, aprenda lições dos seus erros e dos pensamentos negativos. Lembre-se do Mestre da vida.  Ele nos convidou para sermos livres, mesmo diante das turbulências, perdas e fracassos, mesmo sem haver nenhum motivo exterior para nos alegrarmos. Tenha a mais legítima de todas as ambições: ambicione ser feliz! A matemática da sua emoção agradece. Recorde que Jesus Cristo passou pelos mais dramáticos sofrimentos como ser humano igual a você e os superou com a mais alta dignidade. A vida que pulsa na sua alma o torna uma pessoa especial, inigualável, por mais dificuldades que atravesse, por mais conflitos que tenha. Portanto, erga os olhos e olhe para o horizonte! Veja um oásis no fim do seu longo e escaldante deserto! Saiba que as flores mais lindas sucedem os invernos mais rigorosos. Tenha convicção de que dos momentos mais difíceis de sua vida você pode escrever os mais belos capítulos da sua história... Nunca desista de você! Nunca desista dos outros! Ajude-os a corrigir as rotas de suas vidas. Mas se não conseguir, poupe energia, proteja sua emoção, aguarde que eles decidam ser ajudados. Enquanto isso, aceite-os do jeito que são, ame-os com todos os seus defeitos. Jesus encantava as pessoas com suas palavras. As multidões ao ouvi-lo renovavam suas forças e reencontravam um novo sentido para viver! Reacendeu a esperança de muitos mesmo quando não tinha energia para falar. Pagou um preço caríssimo para lavrar o árido solo de nossas emoções e brilhou onde não havia nenhum raio de sol. Lembre-se: Amar traz saúde para a emoção e você não tem nenhum motivo pra dizer que não é feliz! Ame-se! Cuide-se! Ame também ao seu próximo! Isto é o que o Mestres dos Mestres espera de VOCÊ!

Emyluz

Fonte de pesquisas: Mestre da Vida.( Academia de Inteligência)- Augusto Cury.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

SAIA DO ISOLAMENTO! VAMOS AO RESGATE! FAÇA SUA PARTE!

O período em que estamos vivendo é marcado pelo isolamento das pessoas e por um individualismo frio, indiferente. O mundo que chegou na casa dos 6. bilhões e 300 milhões de pessoas é um mundo marcado pelo rompimento das amizades profundas e do amor ao próximo. O escritor Charles Swindoll disse que não conhece nada mais mortífero do que o isolamento. Nenhuma outra influência tem mais ação destrutiva sobre a saúde mental e física que o afastamento de pessoas. O velho ditado secular já diz que ninguém é uma ilha, pois somos seres gregários. O mundo tem perdido a noção básica do envolvimento, do ajuntamento, do estar próximo. Tudo isso foi trocado pela pressa contemporânea que não tem mais tempo para se relacionar. As pessoas têm perdido as velhas frases que marcarão as velhas gerações: Como vai! Tudo bem com você! Bom dia! Precisa de ajuda etc. Às vezes está doença do mundo tem penetrado o limiar da igreja contemporânea. Não são poucas as pessoas que tem uma fé isolada, individualizada, voltada para si e não para os outros. Às vezes nós cristão estamos tão ocupados, tão atarefados, que não temos mais tempo de nos visitar, orar, louvar, celebrar a comunhão e a unidade, conquistada por Cristo no calvário.
{Sola Scriptura} Pastor Carlos Augusto Lopes - Teólogo.

Necessitamos urgentemente repensar nossas atitudes e ações enquanto cristãos. Onde estamos, por que viemos e para quê viemos a este mundo. O que Jesus espera que façamos... O individualismo frio não nos levará aos propósitos pelo qual Deus almejou para  nossa morada eterna. Se solidarize com seu irmão que está ao seu lado pedindo por socorro. Comece dentro do seu lar e à sua volta!. Eu quero estar com ELE e você?  JUNTE-SE A NÓS! VAMOS AO TRABALHO DE RESGATE ÀS OVELHAS PERDIDAS! 
Abraços e paz!  Emyluz.

NINGUÉM DÊ A OUTREM MAL POR MAL

Devemos averiguar para fazer o que é o nosso dever e agradável a Deus em todas as circunstâncias, quer os outros ajam bem ou mal para conosco. Seja o que for que os homens nos fizerem, devemos fazer bem aos outros. Devemos sempre procurar ser benfeitores e instrumentos para promover o bem-estar dos outros, tanto entre nós, sempre que tivermos oportunidade, quanto para com todos os homens. ( Gl 6.10).
Não extingais o Espírito! Em tudo dai graças! Examinai tudo, retende o bem! Abstende-vos de toda aparência do mal!
QUE O NOSSO ESPÍRITO, CORPO E ALMA,  SEJAM PLENAMENTE CONSERVADOS, IRREPREENSÍVEIS PARA A VINDA DE JESUS.
(1 Tessalonicenses 5).