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BEM-AVENTURADO O HOMEM QUE ACHA SABEDORIA, E O HOMEM QUE ADQUIRE CONHECIMENTO

(Provérbio 3,13).

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

FELICIDADE


A felicidade é um estado da alma, é uma identificação com a vida.
Não estar feliz não significa não ser feliz.
O mundo, com suas preocupações naturais da existência humana, muitas vezes toma o lugar da felicidade do coração, por que a humanidade, de modo geral, ainda não se conscientizou que ser feliz não é ter, mas Ser.
Ser feliz não é viver para ter, mas viver para Ser.
Ser feliz não é viver para possuir, mas viver para compartilhar.
Ser feliz não é viver para ganhar, mas viver com gratidão a vida.
Precisamos nos lembrar sempre que ser feliz é amar a vida, trazer para cada novo dia um sentimento de gratidão na alma, buscar e viver em comunhão com o Pai Eterno, sabendo que sua única vontade é somente o nosso bem...
Saber que sua única vontade é somente a nosso favor e a favor da nossa felicidade.
Muita paz!

Fonte: AKAN (Tomi) A Magia das Imagens.
Roberto Saul; O Divino Jogo do Ser.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

CEGUEIRA ESPIRITUAL

Texto extraído do site www.ichitus.com.br escrito pelo pastor Mário Fernandes:
Dizem que o pior cego é o que não quer ver. Discordo. Já que tenho fama de chato mesmo, posso discordar a vontade! Mas leia até o final antes de me apedrejar...
O pior cego é aquele que não usa bengala. Isso mesmo! Todo cego sabe que é cego (não consigo imaginar como não saiba!), e se não usa bengala das duas uma: ou é mais chato do que eu e não se importa com o incômodo que causa aos demais, ou simplesmente não admite que é cego. E aí é briga dura, não sei qual é o pior.
Se o cego sabe que é cego, e tem de saber, deveria se portar como tal e aceitar ajuda para o que for necessário. Ocorre que muitas pessoas que conheço sofrem de outro tipo de cegueira, tal que dá margem a não se dar conta de quanto é cega: a cegueira espiritual. Não enxerga nem uma palavra na frente do seu nariz. Tropeça todos os dias. Não pede nem aceita ajuda. E não usa bengala... É das piores.
Faça um exame oftalmo-teológico-bíblico-prático agora e meça sua cegueira:
Não consegue ler a Bíblia
Não enxerga ninguém para evangelizar
Não vê dificuldade em nada nem ninguém
Não consegue olhar em volta
Não percebe a presença de Deus
Não acha tempo para orar
Não vê como pode ajudar
Não consegue ver os campos brancos
Não vê uma saída ou esperança na vida
Se você não marcou nada, ótimo: forneça bengalas! Urgente! Tem gente precisando! Comece agora mesmo...
Se você marcou até 3, você é meio míope. Procure um Pastor.
Se você marcou de 4 ou 5 você é meio cego. Procure uma Igreja ...
Se você marcou de 6 ou 7 você está em perigo. Procure o Salvador...
Se você marcou 8 ou 9... Bom, você nem deve estar conseguindo ler isso...
Mas uma toupeira convertida de olhos fechados enxerga mais que isso... Quer um conselho? Bom, se já leu até aqui vou dar do mesmo jeito: não desista, seu caso tem cura. Sei do que estou falando, se Jesus não curasse este tipo de cegueira eu hoje andaria vagueando por aí, não escreveria esta coluna, não teria nada. Seria o mais cego...

O JESUS DA BÍBLIA


Os Evangelhos, que são a principal fonte de dados sobre a vida de Jesus, não podem ser entendidos como uma biografia no sentido comum do termo, pois cada um dos quatro evangelistas evidenciou propósitos específicos com seus livros, procurando proclamar através deles o Cristo como Senhor e Salvador, o perfeito unigênito Filho de Deus. O propósito religioso dos evangelistas não os impediu de se referirem aos detalhes históricos da vida de Jesus. Havia em cada um deles a consciência da responsabilidade de registrarem a verdade acerca de Jesus, impedindo que sua fé e a de seus irmãos viessem a se basear em fantasias, mitos ou lendas, que caracterizavam tantas outras religiões. Havia também entre eles a preocupação de não se afastarem da realidade histórica da vida de Jesus, pois muitos deles estiveram em contato bastante íntimo com o Mestre, conhecendo bem de perto os detalhes que cercavam a sua vida, e qualquer deslize no tocante ao registro de tais detalhes poderia levá-los à desmoralização, tanto pessoal quanto da sua obra. Além dos vários testemunhos da própria Bíblia acerca de si mesma (Am 3,8; At 4.24-25; II Tm 3.16 e II Pe 1.20-21), qual era a atitude do Senhor Jesus Cristo acerca das Escrituras? Mais uma vez prova sua divindade, seu juízo a respeito de algo que seria tão infalível. Jesus cita várias vezes, as Escrituras como argumento final, dizendo “está escrito”. Ele falou de si mesmo a dos acontecimentos que acercavam sua vida como sendo cumprimentos das Escrituras (Mt 26.54-56). Talvez sua afirmação mais cabal, acerca da Bíblia como Palavra de Deus, tenha sido sua declaração: “As Escrituras não podem falhar” (Jo 10.25). Mais uma indicação de que a Bíblia é a palavra e Deus reside no apreciável número de profecias cumpridas que ela encerre. Muitas profecias bíblicas são específicas em suas minúcias. Ela tem completa unidade e harmonia. Só há uma história em toda a Bíblia, apesar de Deus ter usado autores humanos diferentes para registrá-la. A Bíblia não só satisfaz as exigências mínimas para ser um livro procedente de Deus, como também contém provas convincentes de sua origem divina. Se rejeitarmos as Escrituras como Palavra de Deus estaremos em desacordo com o Deus eterno, o criador do mundo. A profecia de Miquéias 5.2, é uma ilustração impressionante, tanto de predição a respeito de Cristo, quanto de minúcias históricas.
Parte da Dissertação do Mestrado em Divindade/Ênfase em Teologia Sistemática.
Fonte: Pedagogia de Jesus.M.A.Rabaiolli e Apostila do Curso de Mestrado.
Espero que essa ilustração venha esclarecer a quem ainda tiver dúvidas sobre a veracidade da Bíblia, dos Evangelhos, da Existência de Jesus e os propósitos de Deus para nossas vidas. Abraços de Emyluz.

PEDAGOGIA: PERFIL DE PAULO FREIRE E O ENSINO DE JESUS

“PEDAGOGIA”. Esta palavra é relativamente recente e só apareceu de forma corrente, na segunda metade do séc. XIX, pelo menos nas línguas romanas. Etimologicamente significa ação sobre as crianças. Define-se como ciência e arte da educação. Educar é desenvolver, elevar, cultivar, fazer crescer e desabrochar toda integridade física e espiritual. A pedagogia de Jesus, ou seja, seu ensino, reveladores de sua filosofia de vida, ficou notório, pelo constante aproveitamento que ele fazia das circunstâncias para ensinar o que pensava. Nas pequenas histórias baseadas no cotidiano da época, Jesus relata algo que todos podem entender, segundo os próprios recursos mentais, emocionais e vivenciais. E ninguém foi excluído da possibilidade de participar desses relatos e ensinos, demonstrando respeito e compreensão sobre a alma humana. Não existe atitude que mais dignifique do que essa de dar valor a cada um e a todos ao mesmo tempo, sem distinção, sem preconceito, sem privilégios. Buscar a proposta pedagógica de uma pessoa é mergulhar na sua vida, no seu ambiente, nas suas relações, na sua fala e, principalmente, naquilo que ela oferece. Utilizar a pedagogia de Jesus é traçar o caminho que ele propôs e a maneira com que ele chamava as pessoas para trilhar este caminho, seguindo seu exemplo. Analisando a proposta pedagógica atual, conceituamos “educação” no sentido de mostrar, guiar, instruir, educar de dentro para fora, conduzir e construir, como um processo contínuo de integração à sociedade e reconstrução de experiências, onde se evidencia que a contribuição é remota e lenta para se chegar a uma perfeita educação. Ainda existem às concepções de ensino em que o professor apenas transmite conhecimentos para o aluno passivo, tornando-se favorecida a implementação de mudança na postura profissional docente, adotando medidas para que sejam construídas mudanças qualitativas. O educador Paulo Freire traça um perfil bastante claro do educador democrático progressista, comprometido com uma prática dialógica que contribua para a transformação social. Afirma que deve reforçar a capacidade crítica do educando, sua curiosidade, insubmissão, humildade e tolerância para conviver com o diferente. Essa educação deve pautar-se pelos princípios democráticos da participação, do diálogo e da responsabilidade social. Este trabalho de pesquisa utiliza-se de pensamentos de ilustres educadores com o propósito de contribuir para um repensar num ensino inovador pautado nos ensinamentos de Jesus Cristo, direcionando-se a uma meta de mundos e possibilidades para o pensamento e a ação humana. Com princípios, valores, liberdade, numa visão moderna de novo futuro.

Parte da Dissertação de Mestrado de Emyluz
Fonte- M.A.Rabaiolli > Livro: Pedagogia de Jesus.

OS APOLOGISTAS NA HISTÓRIA DA IGREJA

Os apologistas foram homens que procuraram defender a fé cristã diante de algumas acusações As acusações eram afirmações de que o cristianismo era composto de pessoas ignorantes, que era copiado dos grandes sábios, como Platão (ao ensinar a imortalidade da alma) e assim mesmo deturpado como no caso da “absurda” doutrina da ressurreição. Diante de tais acusações, levantaram-se os Apologistas para defender a Fé Cristã, especialmente contra o judaísmo, a filosofia pagã e as religiões pagãs.
Com o surgimento de inúmeras seitas heréticas no início história da igreja, martírios aconteceu. Surgiu a necessidade de dar continuidade ao ministério, resistindo as perseguições e opondo-se aos ensinos heréticos, bem como a urgência em espalhar o Evangelho.
Surgiram heresias perigosas como: Gnosticismo (Tipo Nova Era, conhecimento especial não revelado), Marcionismo (tentou reduzir as Escrituras), Mundanismo (novas revelações, profecias atitudes de julgamentos contra outros cristãos).
Os apologistas (defensores da fé) emergem para combater as heresias e responder aos opositores da Igreja. Alguns dos apologistas principais seriam Irineu e Justo Mártir.
As igrejas locais não eram legalizadas e não tinham foro público ou prédios onde os seus membros pudessem se reunir (os cultos se davam nas casas deles). Perseguição local podia acontecer a qualquer momento. Um testemunho público de peso começou a ser ouvido na medida em que os cristãos eram mortos, pois não negavam a sua fé a nenhum custo. Alguns exemplos: O martírio do Bispo Policarpo, que era um homem de 84 anos de idade (155 d.C.), e um grupo inteiro de cristãos que foi torturado sem misericórdia em Lion, no ano 177 d.C. Antes de Constantino, as reuniões ocorriam em subterrâneos, as famosas catacumbas que até hoje podem ser visitadas em Roma. Em 313, o imperador Constantino se converteu ao Cristianismo e concedeu liberdade de culto, o que facilitou a expansão da doutrina por todo o Império.
Os centros fortes da Igreja estavam na Ásia Menor e no Norte da África. Podemos destacar alguns Apologistas do Segundo Século, como Quadrato, Aristides, Justino, Mártir, Taciano, Atenágoras, Teófilo, Melito, Hegesipo. Foram atuantes em: Assíria, Síria, Roma, Atenas, Antioquia, Sardes, Grécia.

“Evangelizar é uma maneira de abrir o seu coração e acender as verdades inegáveis da Bíblia”.
Trabalho de Emyluz; Disciplina : Apologética Cristã; Mestrado em Divindade/Teologia Sistemática.
Fonte: Apostila do curso de Mestrado.

sábado, 16 de outubro de 2010

AO PROFESSOR COM CARINHO

Querido Mestre! Tenha consciência de estar ensinando muito mais que uma matéria. Está abrindo mentes e corações, está formando vidas. Irradie entusiasmo por seus alunos, pelo ensino, pela vida e por atrair alunos à educação e à vida. Seus alunos e você serão muito valiosos.
Apaixone-se pela matéria que leciona. Escute e respeite os sonhos dos alunos. Então os desafie a alcançar muito mais. Dê aos alunos regras que sejam firmes, justas e consistentes. Aja com sinceridade, justiça e integridade. Com isso, ensinará tais valores sem esforço.
Lembre-se que seus alunos ainda estão aprendendo e desenvolvendo, seja paciente com mentes e espíritos em crescimento.Todo dia você tem a oportunidade de oferecer aos alunos o mundo, experiências e um conhecimento que trasforma a vida. Aprecie as possibilidades. Ajude os alunos a descobrir sua força, a triunfar, a se superar. A satisfação com suas conquistas lhes dará auto-estima. O humor pode ser uma ferramenta poderosa. Use-a com amor e sabedoria, nunca para machucar. Cuide-se psicologicamente. Ocupe-se de suas necessidades e problemas pessoais, a fim de não esperar que seus alunos olhem por elas. Busque com seus colegas professores apoio, compreensão, conselho e acolhida. Eles podem ser fonte de sabedoria e força. Sinta-se bem consigo; dê-se sólidos motivos para crer que está correto. As pessoas sentem-se bem com você, quando você se sente bem consigo.Quando o dia está difícil, quando seu moral está baixo, recorde por que se tornou professor ou professora. Recorde os momentos em que sabia ter sido a escolha certa. Saiba que seus alunos são talentosos de várias formas. Use técnicas variadas de aprendizagem, para atingir todos os tipos de inteligência que eles têm: verbal, lógica, visual, corporal, musical, interpessoal, pessoal. Aprecie a singularidade de cada aluno como parte da rica diversidade da criação de DEUS. Reafirme toda a singularidade das crianças, seus talentos variados, suas diferentes bagagens culturais. Inspire-os e leve-os a perceber que podem fazer a diferença, que o mundo pode ser melhor por causa da existência deles.
"Você tem a capacidade de tocar vidas de inúmeras e maravilhosas maneiras. Dê graças a DEUS por ser professor ou professora".
Sábias palavras que vem renovar seu espírito e seu entusiasmo em ensinar!
Fonte: Terapia do professor. (Karen Katafiasz- Edit. Paulus).
Parabéns por um dia ter optado ser educador. " Este é um Dom de Deus". Abraços de Emyluz.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

15 DE OUTUBRO: DIA DO PROFESSOR!

A profissão que marca
A profissão nos marca, dizia por entre dentes, o velho pastor, afastando os ramos com o cajado. Veja, lá embaixo, na saída da aldeia, aquela figura passando na linha acinzentada do caminho: é o sapateiro.
Um pastor não anda como um sapateiro e não pensa como um estalajadeiro. É como a ovelha que marca a trilha, de tanto passar e passar. Os gestos de todos os dias, a quantidade de ar que respiramos, a luz ou o frio de que nos impregnamos, o esforço das costas, da cabeça ou dos braços, são outras tantas linhas inscritas na originalidade do nosso comportamento. O homem que pode cantar ao sol nascente até fazer fremir os ecos, não tem de modo algum o lhar enfastiado do operário que, na sua bancada, conta, de cabeça baixa, as pancadas do martelo.
E você, como todos os professores, fica marcado, mais do que os outros, pelas exigências formais da sua profissão, como se cada dever corrigido, cada traço vermelho, cada lição repetida, cada reguada na mesa, cada punição generosamente distribuída, cavassem em você um sulco indelével.
Abandone a cátedra e pegue a ferramenta, alinhe matrizes e prepare um tiragem, extasie-se diante de um êxito; seja ao mesmo tempo operário, jardineiro, técnico, chefe e poeta; reaprenda a rir, a viver e a se emocionar. Você será uma outra pessoa.
É pelo brilho dos olhos que se avalia a porção de liberdade e a profundidade da cultura do bom operário que pudesse vangloriar-se de ser educador.
(Pedagogia do Bom Senso/C.Freinet/Martins Fontes).
Querido Mestre! PARABÉNS PELO SEU DIA!
Lembre-se de que a escola nunca é uma parada. É a estrada aberta para os horizontes que se devem conquistar. Vá ao encontro da manhã. O Sol brilha, mesmo que só por um instante-aproveite-o. O educador é um semeador de alimento e de claridade. Que Deus o abençõe.
Abraços de Emyluz.

domingo, 10 de outubro de 2010

EDUCAÇÃO:TEXTO PARA REFLEXÃO DO PROFESSOR

Eu lecionei a todos eles.
Tenho ensinado por dez anos. Durante esse tempo eu lecionei, entre outros, um assassino, um evangelista, um pugilista, um ladrão e um imbecil.
O assassino era um menino que sentava no lugar da frente e me olhava com seus olhos azuis. O evangelista era o mais popular da escola, o líder dos jogos entre os mais velhos. O pugilista ficava parado perto da janela e, de vez em quando soltava uma gargalhada abafada que até fazia tremer os gerânios. O ladrão era um coração alegre, diria libertino, sempre com uma canção jocosa em seus lábios. O imbecil, era um pequeno animal de olhar macio, dócil, procurando as sombras.
Hoje o assassino espera a morte numa penitenciária do Estado; o evangelista está enterrado há um ano no cemitério da vila; o pugilista perdeu um olho numa briga em Hong Kong; o ladrão na ponta dos pés, pode ver da prisão, as janelas do meu quarto; o imbecil, de olhar macio, bate com a cabeça na parede forrada de uma cela, no asilo municipal.
Todos estes, um dia, sentaram na minha aula e olharam para mim, das suas carteiras escuras e usadas.
Eu devo ter sido uma grande ajuda para estes alunos...
Eu lhes ensinei 2x2, 3x3...o rio mais importante do mundo ou redigir certo uma sentença...
.John NWhite
Sillwater, High School
Senhores professores! Ao ler este texto reflita sobre sua prática, planejamento e relacionamento na sala de aula. Boa Sorte!. Emyluz.