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BEM-AVENTURADO O HOMEM QUE ACHA SABEDORIA, E O HOMEM QUE ADQUIRE CONHECIMENTO

(Provérbio 3,13).

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

JESUS: MESTRE POR EXCELÊNCIA

A educadora e especialista na área educacional, Maria Aparecida de Souza Rabaiolli, traz em seu livro A Pedagogia de Jesus, quarenta princípios norteadores da Metodologia de Jesus como sugestões para mestres, pais e autoridades. Segundo a autora, essa metodologia utilizada por Jesus, obteve êxito em sua missão e em seu propósito de estabelecer nesta terra Sua Igreja. Como professores, empresários, dirigentes, líderes de opinião, pais de família, conhecer este método significa conhecer as estratégias do Mestre e fazer delas o mesmo que Ele fez no aqui e agora.

São os princípios:
1) Ter um plano definido.
2) Ter uma capacitação adequada.
3) Eleger acertadamente os colaboradores.
4) Empregar todos os esforços para que cada um ocupe devidamente o seu lugar.
5) Transmitir os ensinos adquiridos.
6) Praticar a comunicação pessoal.
7) Estabelecer e manter a autoridade.
8) Promover valores e crenças.
9) Fazer cada coisa no momento oportuno.
10) Atacar a corrupção de imediato.
11) Não maquiar nem fugir da realidade.
12) Dispor de tempo para se inteirar ao todo.
13) Provar a equipe no campo de ação.
14) Praticar relações públicas.
15) Contar com um bom apoio logístico.
16) Praticar a humildade.
17) Compartilhar a glória.
18) Manter contato com o povo.
19) Comportar-se com responsabilidade.
20) Falar adequadamente em público.
21) Saber “sair de cena” na hora certa.
22) Ter cuidado com os bajuladores.
23) Ser um verdadeiro servo.
24) Avaliar as pessoas através de seus frutos.
25) Evitar as preocupações.
26) Ter cuidado com a vaidade.
27) Não enterrar talentos.
28) Cumprir as leis e pagar os impostos.
29) Desejar que os seus frutos falem por ti.
30) Ser um líder motivador.
31) Fazer cortes em favor da produtividade.
32) Manter a calma na adversidade.
33) O líder deve ser um conciliador em prontidão.
34) Compartilhar o pão com os seus subordinados.
35) Não temer o caminho estreito.
36) Preparar-se para os tempos difíceis.
37) Pensar nos mais desprotegidos.
38) Sair em defesa de sua gente.
39) Elaborar prioridades.
40) Preparar discípulos ou possíveis sucessores.

Princípios esses aqui relacionados que devem ser observados com imensa ternura, àqueles que se dedicam à profissão de educadores e líderes de qualquer forma, na certeza de que obterão sucesso do seu uso à que se propuser realizar. Ter como exemplo o Mestre Jesus Cristo que lançou mão de todos os parâmetros, diretrizes e métodos possíveis para ensinar e educar o ser humano, em todas as suas potencialidades. Partindo dos seus ensinos Jesus nos mostra meios especiais na valorização do ser humano. Parâmetros do sistema educacional precisam ter maior preocupação com educação cristã, educando as pessoas para a vida, para o cotidiano, para o mundo. Ser mestre a partir de Jesus é ter compromisso com sociedade alternativa, onde houver exclusão promover uma educação inclusiva, ao invés da valorização do “ter” dar a ênfase do “ser”. Só através de grandes linhas de ação, da verdadeira educação globalizada, qualitativa, que se alcançarão os resultados desejados. Aprendendo com Jesus vemos Sua metodologia sempre moderna, para os de ontem, os de hoje e os de sempre que o credenciam como Mestre por Excelência.
Parte do corpo da dissertação de Mestrado em Divindades com Ênfase em Teologia Sistemática de Emylyz
Fonte de Pesquisa: Livro:" Pedagogia de Jesus" -Autora: Maria Aparecida de Souza Rabaiolli

CARACTERÍSTICAS INTRIGANTES DA INTELIGENCIA DE CRISTO

A arte de pensar é a manifestação mais sublime da inteligência. Todos pensamos, mas nem todos desenvolvemos qualitativamente a arte de pensar. Freqüentemente não expandimos as funções mais importantes da inteligência tais como: aprender a interiorizar, a usar as dores para crescer em sabedoria, a trabalhar as perdas e frustrações com dignidade, a agregar idéias, a pensar com liberdade e consciência crítica, a romper as ditaduras intelectuais, a gerenciar com maturidade os pensamentos e emoções nos focos de tensão, a expandir a arte da contemplação do belo, a se doar sem a contrapartida do retorno, a se colocar no lugar do outro e considerar suas dores e necessidades psicossociais. Muitos homens ao longo da história brilharam em suas inteligências de desenvolveram algumas áreas importantes do pensamento. Sócrates foi um questionador do mundo. Platão foi investigador das relações sociopolíticas. Hipócrates foi o pai da medicina. Confúcio foi um filósofo da brandura. Sáquia-Múni, o fundador do budismo, foi um pensador da busca interior. Moisés foi o grande mediador do processo de liberdade do povo de Israel, conduzindo-o até a terra de Canaã. Maomé, em sua peregrinação profética, foi o unificador do povo árabe, um povo que estava dividido e sem identidade. Muitos outros homens brilharam na inteligência, como Tomás de Aquino, Agostinho, Hume, Bacon, Spinoza, Kant, Descartes, Galileu, Voltaire, Rousseau, Shakespeare, Hegel, Marx, Newton, Max Well, Gandhi, Freud, Habermas, Heidegger, Curt Lewin, Einstein, Viktor Frankl, etc. Se enumerarmos os seres humanos que brilharam em suas inteligências e investiram em sabedoria, comparando com o contingente de nossa espécie, ele se torna muito pequeno, porém esses seres humanos expandiram o mundo das idéias no campo científico, cultural, filosófico e espiritual. Mas houve um único homem que destilava sabedoria, não apenas brilhou na sua inteligência, mas era dono de uma personalidade intrigante, misteriosa, e fascinante. O mundo comemora o seu nascimento, que apesar de sua enorme fama, algumas áreas fundamentais da sua inteligência são pouco conhecidas. Esse homem foi Jesus Cristo. Ele teve particularidades em toda sua trajetória de vida na Terra e abalou os alicerces da história humana através de sua própria história. Seu viver e seus pensamentos atravessaram gerações, varreram os séculos, embora ele nunca tenha procurado status social ou político. ELE cresceu sem se submeter à cultura clássica do seu tempo. Quando abriu a boca, produziu pensamentos de inconfundível complexidade. Perturbou profundamente a inteligência dos homens mais cultos de sua época. Os escribas e fariseus que possuíam uma cultura milenar rica, eram intérpretes e mestres da lei, ficaram chocados com os seus pensamentos. O sistema político e religioso não foi tolerante com Ele, mas Ele foi tolerante e dócil com todos. Vivenciou sofrimentos e perseguições desde a infância. Foi incompreendido, rejeitado, ferido física e psicologicamente. Apesar de tantas misérias e sofrimentos, não desenvolveu uma emoção agressiva e ansiosa, pelo contrário, exalava tranqüilidade diante das mais tensas situações e ainda tinha fôlego para discursar sobre o amor no seu mais poético sentido. Cristo foi abordado em diferentes aspectos espirituais: sua divindade, seu propósito transcendental, seus atos sobrenaturais, seu reino celestial, sua ressurreição, a escatologia (doutrina das ultimas coisas). Possuía uma personalidade bastante complexa, muito difícil de ser investigada, interpretada e compreendida; este é um dos fatos que inibiram a ciência de investigar e compreender, ainda que minimamente a sua inteligência. Analisar a inteligência de Cristo é um dos maiores desafios da ciência. A ciência se cala quando a fé se inicia; Segundo Augusto Cury “Jesus possuía uma personalidade difícil de ser estudada. Suas relações intelectuais e emocionais eram tão surpreendentes e incomum que ultrapassava os limites da previsibilidade psicológica”. Um dos maiores problemas enfrentados por Cristo era cárcere intelectual em que as pessoas viviam, a rigidez intelectual com que eles buscavam e compreendiam a si mesmos e o mundo que os envolvia. Jesus discorria sobre a fé. A fé transcende a lógica, é uma convicção de que há ausência de dúvida.
A necessidade de crer sem duvidar, uma crença plena, completa sem insegurança. Jesus era um mestre sofisticado na arte da duvida, que ele a usava para abrir janelas da inteligência das pessoas que as circundavam (Lucas 5:23; 6:9; 7:42). Jesus era um ousado questionador, usava a arte das perguntas para conduzir as pessoas a se interiorizarem a se questionarem. Também era um contador de parábolas que perturbava os pensamentos de todos os seus ouvintes. Jesus sempre se expressava com elegância e coerência a sua inteligência nas varias situações tensas e angustiantes que vivia. Ele apreciava ser analisado e indagado com inteligência. Era seguro e determinado, ao mesmo tempo flexível, extremamente atencioso e educado. Tinha grande paciência para educar, mas não era um mestre passivo, e sim provocador. Despertava a sede de conhecimento nos seus íntimos (João1: 37-51). Informava pouco, porém educava muito. Era econômico no falar, dizendo muito com poucas palavras, ousadíssimo em expressar seus pensamentos, embora vivesse numa época em que imperava o autoritarismo. Sua coragem em expressar seus pensamentos trazia-lhe freqüentes perseguições e sofrimentos, todavia, quando queria falar, ainda que suas palavras trouxessem transtornos não se intimidava, mesclava a humildade com a coragem intelectual, a habilidade com a perspicácia. Na escola da existência aprende-se a adquirir experiência não só com acertos e conquistas, mas muitas vezes com as derrotas, as perdas e caos emocional e social. Foi nessa escola tão sinuosa que Jesus se tornou um mestre; escola, onde muitas pessoas intelectuais, cientistas, psiquiatras e psicólogos são pequenos aprendizes. Jesus Cristo foi e continuará sendo um grande enigma para a ciência e para os intelectuais de todas as gerações. O coração humano é a esfera aonde Jesus veio para reinar, para levar toda a humanidade ao amor e perdão de Deus. Jesus não subordinava em seus ensinamentos a vida cristã aos preceitos legais. Ele ensinava que deveria haver um novo relacionamento entre o homem e Deus, por meio da fé. No ensino de Jesus ficava clara a separação do futuro, dos que aceitavam a obra por Ele realizada, capacitando-se a um retorno definitivo às origens de vida eterna, sem sofrimento, tristezas ou dor, e os que rejeitarem sua interferência redentora permanecerão afastados do seu Criador e destinados ao castigo final, com a conseqüente condenação a afastamento definitivo de Deus, em direção à morte eterna. “Em verdade, em verdade vos digo: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida” (Jo 5.24).
Do ponto de vista de Stephen Neil; “Na teologia histórica cristã, a morte de Cristo é o ponto central. Para ela todas as estradas do passado convergem, e dela saem todas as estradas do futuro”.
Tese dissertação de mestrado de Emyluz

EDUCAÇÃO: VISÃO ATUAL

AS GRANDES MUDANÇAS PELAS QUAIS O ENSINO PASSOU NOS ÚLTIMOS TEMPOS E O QUE É NECESSÁRIO PARA SER UM BOM COLÉGIO ATUALMENTE.
Com certeza a grande mudança metodológica é na tecnologia de informação. Hoje não se pode conceber o ensino que não utilize o computador com a tranqüilidade e facilidade com que papel e lápis têm sido utilizados. Acho que a defesa não deve nos levar a sermos descuidados quanto à melhor metodologia, mas temos de cuidar para que métodos não sufoquem o conteúdo; nem devemos comprar como "um método" uma filosofia educacional que é falha em suas premissas. Para ser um bom colégio, atualmente, o ensino encontrado nele deve ser firmado em valores e princípios, de tal forma que esse ambiente e contexto permeiem todas as disciplinas. A sociedade está cansada de uma educação amorfa e permissiva. Existe um anseio pelos valores de uma tradição bem firmada que dê aos alunos igual ênfase à modernidade e à visão do futuro. Não podemos simplesmente educar para o presente (e muito menos para o passado). Os colégios precisam equipar os alunos para que enfrentem os desafios do futuro com pleno conhecimento e habilidades que se enquadrem na época em que viverão, a qual ainda não foi atravessada. Em um bom colégio, portanto, tanto a escola como as professoras e os professores têm que ser um pouco visionários. Não podem ser refratários a métodos contemporâneos à ampla utilização da informática. Devem dominar e equipar seus alunos a controlar o fluxo desmedido de informação no qual estão submersos. O grande desafio é o professor ser produtivamente interativo, metodologicamente atualizado, informaticamente alfabetizado e que faça parte de uma escola que tenha filosofias e valores definidos.
Reflexão: Monografia de Mestrado em Divindades/Teologia de Emyluz
Fonte:Revista Educação(Solano Portela).

O que estão fazendo com a nossa educação?

REVISTAS EDUCAÇÃO (SOLANO PORTELA) DIAGNÓSTICO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL. PRINCIPAIS PROBLEMAS, AVANÇOS E RETROCESSOS QUE A EDUCAÇÃO VIVE.
Analisando friamente os números, a educação básica vive, nos últimos sete anos, um período de retração. Por exemplo, no ensino fundamental (1ª a 8ª série), a rede pública, gratuita, mantém a quantidade de alunos (32 milhões - MEC-Inep), enquanto a rede particular tem progressivamente encolhido (15%). Isso ocorreu exatamente quando houve ampliação da capacidade nas escolas. As escolas sentem diretamente o reflexo do empobrecimento geral da classe média e da decrescente taxa de natalidade dos últimos anos. A escola particular, pressionada financeiramente pelo descompasso entre investimento e recrutamento, tem a tendência de sacrificar a qualidade de ensino exatamente quando os indicadores internacionais mostram a necessidade de elevarmos qualitativamente o nível dos nossos alunos. Na formação dos professores, atravessamos décadas de um ensino meio utópico e idealista, no qual a ênfase na liberdade de quaisquer diretrizes, a concentração quase exclusiva no método e a retirada do mérito, como incentivo e forma de aferição, diluíram consideravelmente a qualidade do ensino. Os alunos deixaram de ser preparados para o mundo real, competitivo, no qual importa, sim, o que você sabe. O conteúdo virou termo pejorativo nos círculos pedagógicos. Segundo J. Gresham Machen, quanto à ênfase desmedida no método sem a importância necessária ao conteúdo, escreveu: "Fizemos uma grande descoberta pedagógica - que é possível pensar com uma mente completamente vazia!" Felizmente, parece que décadas de resultados desastrosos começam a acordar os nossos educadores, que passam a dar mais importância a valores, princípios, diretrizes, disciplina e, também, conteúdo - sem descartar ou negligenciar as melhores metodologias.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

LEITURA E DITADO NA ESCOLA

LEITURA
A maior herança que a escola pode deixar a um aluno é a capacidade e o gosto pela leitura. Se o aluno passar pela escola e aprender pouco, mas for um bom leitor, ele terá nos livros e revistas um prolongamento da escola e poderá se desenvolver para além do que a escola espera de um aluno ideal.
Se o escrever e o ler que a escola ensina não tiverem uma função específica para a vida do aluno, de nada adiantará colocar os alunos na escola.
Se a escola reduz as atividades de leitura e escrita a simples pretextos para ocupar o tempo das crianças, diagnosticar sua capacidade mental e avaliar o acompanhamento dos alunos, que sentido para a vida real terá a leitura e a escrita à maioria de nossos alunos oriundos de classes sociais onde o escrever e o ler são praticamente inexistentes?
Uma leitura não é feita apenas quando o aluno descobre por si o que o autor escreveu. Quando ele ouve alguém lendo, participa também dessa atividade como leitor. Ouvir histórias na infância é, sem dúvida, um modo muito eficaz de as crianças serem introduzidas no mundo da leitura e da escrita. Ouvindo histórias, as crianças vão-se familiarizando com o estilo da linguagem escrita, com as estratégias de interpretação da leitura e com as formas de prestígio da língua, o que facilitará enormemente a tarefa de alfabetizar. Ao contrário, as crianças que não tiveram tal oportunidade terão um trabalho muito árduo para dominar a escrita e a leitura apenas com as explicações e atividades que a escola lhes proporciona na alfabetização.
Uma leitura pode ser uma decifração da escrita ou uma meditação sobre o que se decifra numa escrita. O segundo aspecto, o interpretativo no sentido mais extenso e profundo, não deve ser preocupação na alfabetização, que é justamente o momento em que o aluno vai concentrar seus esforços em traduzir simplesmente o escrito em fala, isto é, em decifrar uma escrita com a leitura.
Quando se diz que a leitura é uma interpretação falada de algo que se decifra, isso permite metaforicamente se falar de muitos tipos de leitura: lê-se o mundo, lê-se um quadro, etc., à medida que se “pode falar” a respeito “do que se vê”. Isso, porém, é diferente da leitura propriamente dita, que se baseia em “poder falar” o que se “vê na escrita”. No primeiro caso, o leitor usa a linguagem oral como falante em situação normal, isto é, ele pensa, programa sua fala e diz o que pretende. No segundo caso, o leitor não parte do “seu pensamento”, mas de algo pensado e já codificado de certo modo pelo escritor. É a decifração da escrita que revela ao leitor os elementos lingüísticos que delineiam o pensamento do escritor numa língua dada. De posse disso, o leitor incorpora essa idéia segundo sua interpretação e a partir daí programa sua fala e diz a leitura.

O exposto acima mostra que a leitura não é a simples descoberta de uma relação letra-som nas palavras e a sua simples produção ou apenas o ato de uma relação. Por isso pedir a um aluno que leia acompanhando com os olhos letra por letra, para proferir o som que lhe é correspondente, é uma deturpação do ato de leitura. Se a leitura exige, além da decifração, uma “programação normal” de fala, é preciso que, ao ler, o aluno tenha condições completas para programar adequadamente o que se vai dizer (lendo). Para se falar em ritmo, acento e entoação próprios, diferenciando, por exemplo, uma frase exclamativa de uma interrogativa ou de simples afirmativa ou suspensiva, é preciso que os olhos já tenham decifrado a escrita até o final da frase pelo menos, para que o cérebro programe linguísticamente como ela deve ser lida adequadamente desde o início. Caso contrário a leitura será monotônica, o que obviamente, representa apenas uma descoberta de sons das sílabas das palavras e não do conteúdo da escrita.
Seria interessante deixar os alunos, no começo, decifrarem a escrita e depois dizerem espontaneamente o que leram. Para isso, um começo estimulante é a “leitura de textos como poesias, letras de músicas, provérbios, etc., que eles já conhecem de cor. Com o tempo, podem-se suprimir palavras, trocar por outras para ver se os alunos percebem isso na leitura.
DITADO
Uma das práticas mais tradicionais e típicas da alfabetização são os ditados. Para muitos professores, os ditados são uma forma cômoda de se fazer avaliação da aprendizagem e de se ter certeza das “palavras realmente dominadas”. Por isso, o professor nem sequer se atreve a ditar uma palavra que nunca apareceu em aula. Ora, as crianças têm tal capacidade de generalização do que aprendem que conseguem de fato escrever muito mais do que o professor muitas vezes acredita.
Alguns professores acham que os ditados servem também para ensinar, ou melhor, reforçar o aprendizado da ortografia. Nada mais falso. Se o aluno sabe a forma ortográfica de uma palavra, não será através do ditado que isso de fato se fixará, se não souber, não será aprendida através do ditado, por que a partir da fala tão-somente é impossível prever a forma ortográfica, principalmente para certas palavras. Para resolver essa dificuldade, alguns professores utilizam a estratégia de uma pronúncia artificial que dê dicas para as crianças escreverem certo. Por exemplo, dita-se: “mal” acentuando-se a pronúncia do l e não do u, pote, com T e Ê e não “Poti ou pótxi, etc.
Acontece, porém, que o aluno pode até acertar no ditado, aproveitando a dica da professora em sua estranha pronúncia, mas como ele não é falante dessa fala artificial, como saberá dizer, por exemplo, “alto” com L e não com U para escrever o certo, quando estiver sozinho?
Os ditados precisam ser feitos usando-se a pronúncia normal dos segmentos, da entonação e do ritmo. Uma criança tem a capacidade de memorizar trechos de fala com facilidade, por isso, os ditados não precisam ser feitos numa fala silabada. Uma criança pode ouvir uma palavra ou mesmo uma frase, memorizar e depois tentar escrever. Quando a professora se põe não só a silabar nos ditados, mas a repetir sílabas, a dar explicações, a tarefa do aluno se complica enormemente. Muitas vezes, ele já não sabe que palavra a professora está ditando, se é “bata, batata, baba, tatá”, etc.
Há formas mais interessantes de fazer ditados, por exemplo, pedindo às crianças para escreverem nomes de colegas, nomes de coisas que vêem figuras, etc. Outra forma de fazer ditado é a de solicitar a cada aluno que dite uma palavra ou frase para que seus colegas escrevam.
Um ditado que propicie ao aluno um desafio na escrita é sempre uma prática motivadora e útil na escola, mas os ditados, que simplesmente procuram avaliar o que os alunos já fixaram, levam-nos ao desânimo pelos erros que cometem e nem sequer podem garantir que quem acertou hoje no ditado, não vai errar amanhã.

Referência Bibliográfica
LIMA, Branca Alves; alfabetização pela imagem. 86.ed. São Paulo, Caminho Suave, 1982.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

ARGUMENTOS EM PROL DA VERACIDADE DA BÍBLIA

A comprovação da existência dos homens
Ruínas de Jericó
A Arca de Noé
A comprovação da existência dos hititas
O cumprimento das Profecias
A unidade da própria Bíblia.

Só em saber que os escritos da Bíblia aconteceu em diversos tempos e lugares, realizados por várias pessoas diferentes, mas que se tornou numa única essência que é a palavra de Deus aos homens para sua Fé e Salvação, não há o que duvidar, Deus existe, é o provedor de tudo isso e é maravilhoso. Glórias a Ti Senhor!!!

O ENSINO RELIGIOSO NAS ESCOLAS

De matrícula facultativa, o ensino religioso é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas do ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de pró-selitismo, Art. 33, Lei 9394/96(Lei de Diretrizes e Bases da Educação). Esta Lei é bastante ampla e ambígua, deixando várias lacunas a serem preenchidas pelos Conselhos Estaduais de Ensino, conforme realidade e vivências regionais. A questão central no ensino religioso nas escolas não é concordar ou não concordar sobre sua existência nas unidades escolares, mas como serão ministradas tais aulas. Vivemos a cultura de uma sociedade judaica-cristã, fruto de uma triste colonização. Na Constituição Federal os exercícios sacerdotais há apenas tres categoris religiosas: o padre; o rabino; o pastor protestante, ficando de fora as demais religiões não-cristãs. O Brasil não pode ser considerado um país cristão tão somente pela imposição de seus primeiros ou por seus atuais colonizadores. O ensino religioso nas escolas, não é definido, segundo a Lei Federal 9394/96.LDB, se é ou não cristão.´E por isso mesmo precisamos abranger o maior número possível de expressões religiosas em nossa sociedade, para garantir o direito de livre expressão de culto, sob o risco de ignorarmos tais manifestações culturais e tornarmos este dispositivo de Lei como um ato de proselitismo e de intolerância religiosa, o que contraria o espírito da própria Lei. Reduzir o ensino religioso às próprias convicções religiosas, à historicidade cultural ou familiar é crime de discriminação religiosa. O profissional do ensino religioso deve de acordo com a Lei ter a classificação do professor de ensino religioso, a admissão do professor por concurso público. A remuneração do professor de ensino religioso segundo a Lei 9394/96, indicava caminhos para que fossem ministrados por voluntários e não remunerados. Já a Lei 9475/97, diz que o professor de ensino religioso deve ser remunerado, fixando a sugestão para seu enquadramento nas leis estaduais para os profissionais de ensino. Quanto ao conteúdo programático, as aulas não podem ser de catequese ou de classe de catecúmenos. A elaboração de um currículo depende e muito, da realidade vivencial (contexto) em que está sendo elaborado. Quando pensamos em ensino religioso, podemos seguir a linha da história das religiões, das doutrinas religiosas, da teológia cristã, da ética e cidadania. Enfim um universo de abordagens que precisará passar por um crivo idôneo em diversos níveis. Ao lembrarmos que historicamente o ofício do professor era a serviço da burguesia, resta-nos indagar a quem interessa o ensino religioso nas escolas? Seria um progresso ou um retrocesso laico do Estado visando a separação entre o Estado e a Igreja.
Devemos nos atentar para o registro da Bíblia em MT 7.28,29: "A doutrina de Jesus era ensinar como tendo autoridade e não como escribas".
Mestrado em Divindades/Ênfase em Teologia Sistemática/Emilia Ignácio
Fonte de Pesquisa:Prof.Vanderlei de Bastos Rosas:prof.de Filosofia, Teologia, Pós graduado em Missiologia e Educação Religiosa.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

JESUS UTILIZA DE SIMPLES GESTOS PARA TRANSMITIR SUAS MENSAGENS

LENÇO DOBRADO (João 20:7)
Por que Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição?

Eu nunca havia detido minha atenção a esse detalhe.

Em João 20:7 - nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus, não foi apenas deixado de lado como os lençóis no túmulo. A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.

Bem cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena e as outras mulheres, veio à tumba e descobriu que a pedra havia sido removida da entrada. Elas correram e encontrou Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus tanto amara (João) e disseram: "Eles tiraram o corpo do Senhor e o levaram."

Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo para ver. O outro discípulo passou à frente de Pedro e lá primeiro chegou. Ele parou e observou os lençóis, mas ele não entrou. Então Simão Pedro chegou e entrou. Ele também notou os lençóis ali deixados, enquanto o lenço que cobrira a face de Jesus estava dobrado e colocado em um lado.

Isto é importante? Definitivamente.

Isto é significante? Sim.

Para poder entender a significância do lenço dobrado, você tem que entender um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época.

O lenço dobrado tem que a ver com o Amo e o Servo; e todo menino Judeu conhecia a tradição.

Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo, ele buscava ter certeza em fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria.

A mesa era colocada perfeitamente e o Servo esperaria fora da visão do Amo até que o mesmo terminasse a refeição. O Servo não se atreveria nunca tocar a mesa antes que o Amo tivesse terminado a refeição.

Se o Amo tivesse terminado a refeição, ele se levantaria, limparia seus dedos, sua boca e limparia sua barba e embolaria seu lenço e o jogaria sobre a mesa. Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: "Eu terminei".

Eu não sabia a respeito.

Se o Amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o Servo não ousaria em tocar a mesa porque o lenço dobrado queria dizer:

"Eu voltarei!"

Ele está voltando! O recado nos foi dado claramente!

Oro para que você seja abençoado com a paz e a alegria em saber que Ele está voltando e isso pode ser muito breve.

Esteja pronto, preparado!

Deus abençoe a todos vocês que crêem!

Viu como Jesus também usou as "tradições" para passar algum recado ou ensinar algo?

Recebi de uma grande amiga por e-mail.-Obrigada pela singela transmissão de conhecimentos.Abraços de Emyluz.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Fernandinho - Grande Coisas (Uma Nova Historia Deus tem pra mim)

"Para refletir"

" O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais me preocupa é o silêncio dos bons".(Martin Lutherking).

domingo, 12 de setembro de 2010

COMO O POVO DE DEUS PODE TRANSFORMAR A SOCIEDADE

UMA IGREJA: DUAS AÇÕES.

A verdadeira igreja de Jesus Cristo não é só aquela igreja que reúne os cristãos aos domingos para adoração ou para outras atividades congregacionais, mas também aquela mesma igreja verdadeira que ganha forma na dispersão dos cristãos nos ambientes de trabalho durante os outros seis dias da semana. A igreja caracterizando-se como um verdadeiro exército de Deus torna-se um meio para alcançar um fim, saindo para o campo de batalha contra as forças do inimigo, com a tarefa divina de retornar o domínio da sociedade que Satanás usurpou de Adão.
Todo comandante espera que seu exército não apenas combata na guerra, mas também que entre na batalha para vencê-la. Toda essa compreensão se faz necessária para que possamos glorificar a Deus por meio da real transformação da sociedade.
"AQUELE QUE TEM OUVIDOS OUÇA O QUE O ESPÍRITO SANTO DIZ ÀS IGREJAS".(Livro de Apocalipse). O Espírito Santo continuaq a falar e o povo de Deus precisa ouví-lo atentamente. Os pais precisam saber o que o Espírito Santo está dizendo às suas famílias; os professores precisam saber o que o Espírito Santo está dizendo aos seus alunos; os executivos o que o Espírito Santo está dizendo às suas empresas;os cristãso que trabalham no serviço público precisam saber o que o Espírito Santo está dizendo à sua comunidade...e assim por diante. TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Esta é a palavra do Espírito Santo. Autoridades das igrejas precisam operar fora dos modelos convencionais da igreja nuclear. Há necessidade urgente na mudança de atitudes e a importancia na revisão do código de conduta, o trabalho em campo, os ministérios, a evangelização no trabalho, as novas formas de ver a igreja, a influência e autoridade, os meios e os fins. Os valores e o estilo de vida do Reino de Deus devem permear nossas comunidades, nossas cidades, nossos grupos étnicos e nossas nações." O ESPÍRITO DO SENHOR ESTÁ SOBRE MIM, PORQUE ELE ME UNGIU PARA PREGAR BOAS-NOVAS AOS POBRES'(Le.4.18). "Seja feita SUA vontade assim na terra como no céu", e no céu não há guetos, nem listas de pessoas inscritas para receber Assistência Social, nem vale-refeição, nem casas enfestadas por ratos, nem violência. O espírito de pobreza não tem lugar alí, portanto, não deve ter lugar na nossa sociedade.
Fonte: "Livro: O Cristão no Ambiente de Trabalho"-Autor;C.Peter Wagner-Editora Vida.

Querido cristão! Num mundo de extrema mudança você também tem que ter a atitude de mudar. Uma sociedade em mudança é dinâmica, instável, evolutiva e correrá sério risco quem ficar parado esperando pra ver o que vai acontecer.Há necessidade urgente de um repensar da questão ética da igreja e sua missão para qual foi criada, diante dos avanços tecnológicos da globalização atual.Deixo aqui minhas palavras enquanto cristã: AMOR NÃO É SENTIMENTO, AMOR É EXERCÍCIO. DEUS É ETERNO E NÃO SE ACABA, PRECISA SER EXERCITADO. (Emyluz).

OS CRISTÃOS E A IMPORTÂNCIA NA MISSÃO EVANGELIZADORA.

A prática da religião significa vivência do cotidiano e do cotidiano com Deus, com os mistérios de Deus. A experiência amorosa, afetiva, espiritual e apaixonante de Deus, valoriza e dignificam as relações humanas a partir dos sentimentos de amor, solicitude, alegria, benevolência, gratidão, solidariedade. Crer em Jesus cristo, na sua pessoa e na sua ressurreição implica atuação, participação, presença, cooperação, testemunho, comunhão fraterna e comunitária. É analisando a vivência diária de um cristão que percebemos a necessidade de desafios na ação evangelizadora, na sua inserção no mundo e principalmente na transformação da sua comunidade. A população fragmentada em inúmeras subculturas, com seus mitos, tradições e crenças variadas, necessitam na maioria ver realizado o desejo de Deus nas suas vidas. A classe proletária, os injustiçados, a pobreza, a violência e a fome que permeiam sobre as pessoas na nossa sociedade, fazem com que haja incrédulos necessitando de auxílio, orientações e o carinho de evangelistas que vivem a sua fé. Esse era o aspecto mais importante de Jesus quando de sua presença na Terra. Com obviedade, nós cristãos temos que mostrar aos pobres de espírito e carentes na fé, que o Reino de Deus está em nós, no nosso interior e que somos responsáveis por levá-lo aonde quer que vivamos.
O Protagonismo Cristão na ação evangelizadora é provocado pelos desafios do pluralismo religioso, ideológico e cultural; sendo o SAL da Terra e o FERMENTO NA MASSA. (MT. 5:13, 13:13).

“TODA ESTRATÉGIA EVANGELIZADORA DEVERÁ SER DIRIGIDA E CONFIRMADA PELO ESPÍRITO SANTO DE DEUS”.
Textos de Emyluz. (Fonte: Disciplina do Protagonismo Cristão do Mestrado em Divindade com Ênfase em Teologia Sistemática/AMID-SEAMID; Cascavel-PR).

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O CRISTÃO E O TRIPÉ FUNDAMENTAL

Segundo o pensador Duns Scotus (1206-1308), o fundamento cristão se apóia no tripé: AMOR, FÉ, AÇÃO.

Crer em Jesus Cristo, significa amor, implica em atuação, participação, presença, testemunho, comunhão, amor ao próximo. O importante é vivenciar a fé expressa na celebração espontânea, alegre, jubilosa e participativa; através da música, do movimento, da dança, do gesto e do canto. A religião é uma experiência pessoal de fé, provoca conversão. É uma vivência comunitária da prática celebrativa da fé, gera relações fraternas e o desejo das bem-aventuranças.

TEMPOS ATUAIS: Floresce fenômeno religioso.
Na virada do milênio acentua-se o subjetivismo da fé, o simplismo ritual, simbolismo celebrativo e o mercado da fé. Há uma grande necessidade de fundamentação para dar consistência a fé e a prática da fé. O fundamento do coração (fé, graça e intenção) e o fundamento da razão (argumento, doutrina e convencimento).
Necessitamos urgentemente de buscas metodológicas para a evangelização como:
 a) Experiência da fé e conversão pessoal:
 b) Missão Ética e Profética da Evangelização:
 c) Dons na ação evangelizadora.