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BEM-AVENTURADO O HOMEM QUE ACHA SABEDORIA, E O HOMEM QUE ADQUIRE CONHECIMENTO
(Provérbio 3,13).
(Provérbio 3,13).
PERFIL DE EMYLUZ
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
domingo, 11 de março de 2012
A importância das conexões na comunicação do evangelho
Jesus foi o maior de todos os mestres. Seus discípulos o chamaram de mestre. Ele mesmo se apresentou como mestre e até seus inimigos reconheceram que ele era mestre. Jesus foi o maior de todos os mestres por causa da variedade de seus métodos e por causa da sublimidade de sua doutrina. Jesus não foi um alfaiate do efêmero, mas um escultor do eterno. Sendo o Mestre dos mestres, o maior comunicador de todos os tempos, Jesus usou com perícia invulgar, importante conexões em sua comunicação. Quero ilustrar esse fato incontroverso com suas cartas endereçadas às igrejas da Ásia Menor. Visitando as ruínas dessas históricas cidades, recentemente, pude constatar de forma inequívoca essas conexões usadas por Jesus. Vejamos, por exemplo, a carta enviada à igreja de Laodicéia.
1. Jesus usou a conexão geográfica.
Laodicéia era uma rica cidade situada no Vale do Lico, uma fértil região, entre as cidades de Hierápolis e Colossos. Hierápolis é uma fonte termal, de onde jorram águas quentes do topo de uma montanha branca, chamada castelo de algodão. Essas águas quentes eram terapêuticas. Em Colossos, do outro lado do vale, ficavam as fontes de águas frias, também terapêuticas. Porém, Laodicéia não tinha fontes de águas. Suas águas vinham por meio de dutos desde as montanhas e chegavam à cidade mornas e sem qualquer efeito terapêutico. Jesus usa essa conexão geográfica para dirigir-se à igreja, dizendo-lhe: “Conheço as tuas obras, que nem és quente nem frio. Quem dera fosses frio ou quente. Assim, porque és morno nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca”.
2. Jesus usou a conexão econômica.
Das três cidades do Vale do Lico, Laodicéia era a mais rica. Era um poderoso centro comercial. O comércio de ouro vindo de Sardes era famoso. A cidade era um dos maiores centros bancários da Ásia Menor. A igreja longe de influenciar a cidade, foi por ela influenciada. Ao olhar-se no espelho, julgou-se rica e abastada. Jesus, porém, repreende a igreja afirmando que ela era pobre e miserável e deveria comprar ouro puro para se enriquecer. Conforme o ensino de Jesus a riqueza material não é sinônimo de prosperidade espiritual.
3. Jesus usou a conexão industrial.
Laodicéia era famosa pela indústria têxtil. A lã de cor escura, fabricada em Laodicéia, era famosa em toda a Ásia Menor. A cidade tinha orgulho de sua indústria têxtil. Jesus usa esse gancho para exortar a igreja, ordenando-lhe a comprar vestes brancas para se vestir, a fim de que sua vergonha não fosse manifesta.
4. Jesus usou a conexão científica.
Laodicéia era o maior centro oftalmológico do Império Romano. Naquela cidade asiática fabricava-se o pó frígio, um remédio quase milagroso na cura das doenças dos olhos. Pessoas de todos os cantos do mundo viajavam para essa próspera cidade em busca de tratamento. Na cidade mais importante do mundo no tratamento de doenças dos olhos, havia uma grande cegueira espiritual, que estava atingindo a própria igreja. Então, Jesus exorta a igreja a comprar colírio para ungir os seus olhos, a fim de ver com clareza as realidades espirituais.
A mensagem do evangelho é imutável. Ela atravessa os séculos e não sofre variação. Porém, precisamos conhecer a geografia, a história e a cultura da cidade onde estamos inseridos, para fazermos conexões oportunas e pertinentes na comunicação do evangelho. Precisamos ler o texto e o contexto; precisamos interpretar a palavra e o povo. John Stott, um dos maiores expositores bíblicos de todos os tempos, falecido no dia 27 de julho de 2011, disse acertadamente que o sermão é uma ponte entre dois mundos: o texto antigo e o ouvinte contemporâneo. Que Deus nos ajude a abrir os olhos espirituais para fazermos as conexões necessárias, a fim de comunicarmos com mais eficácia a mensagem gloriosa do evangelho.
Texto escrito por Pr.Hernandes Dias Lopes
Jesus foi o maior de todos os mestres. Seus discípulos o chamaram de mestre. Ele mesmo se apresentou como mestre e até seus inimigos reconheceram que ele era mestre. Jesus foi o maior de todos os mestres por causa da variedade de seus métodos e por causa da sublimidade de sua doutrina. Jesus não foi um alfaiate do efêmero, mas um escultor do eterno. Sendo o Mestre dos mestres, o maior comunicador de todos os tempos, Jesus usou com perícia invulgar, importante conexões em sua comunicação. Quero ilustrar esse fato incontroverso com suas cartas endereçadas às igrejas da Ásia Menor. Visitando as ruínas dessas históricas cidades, recentemente, pude constatar de forma inequívoca essas conexões usadas por Jesus. Vejamos, por exemplo, a carta enviada à igreja de Laodicéia.
1. Jesus usou a conexão geográfica.
Laodicéia era uma rica cidade situada no Vale do Lico, uma fértil região, entre as cidades de Hierápolis e Colossos. Hierápolis é uma fonte termal, de onde jorram águas quentes do topo de uma montanha branca, chamada castelo de algodão. Essas águas quentes eram terapêuticas. Em Colossos, do outro lado do vale, ficavam as fontes de águas frias, também terapêuticas. Porém, Laodicéia não tinha fontes de águas. Suas águas vinham por meio de dutos desde as montanhas e chegavam à cidade mornas e sem qualquer efeito terapêutico. Jesus usa essa conexão geográfica para dirigir-se à igreja, dizendo-lhe: “Conheço as tuas obras, que nem és quente nem frio. Quem dera fosses frio ou quente. Assim, porque és morno nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca”.
2. Jesus usou a conexão econômica.
Das três cidades do Vale do Lico, Laodicéia era a mais rica. Era um poderoso centro comercial. O comércio de ouro vindo de Sardes era famoso. A cidade era um dos maiores centros bancários da Ásia Menor. A igreja longe de influenciar a cidade, foi por ela influenciada. Ao olhar-se no espelho, julgou-se rica e abastada. Jesus, porém, repreende a igreja afirmando que ela era pobre e miserável e deveria comprar ouro puro para se enriquecer. Conforme o ensino de Jesus a riqueza material não é sinônimo de prosperidade espiritual.
3. Jesus usou a conexão industrial.
Laodicéia era famosa pela indústria têxtil. A lã de cor escura, fabricada em Laodicéia, era famosa em toda a Ásia Menor. A cidade tinha orgulho de sua indústria têxtil. Jesus usa esse gancho para exortar a igreja, ordenando-lhe a comprar vestes brancas para se vestir, a fim de que sua vergonha não fosse manifesta.
4. Jesus usou a conexão científica.
Laodicéia era o maior centro oftalmológico do Império Romano. Naquela cidade asiática fabricava-se o pó frígio, um remédio quase milagroso na cura das doenças dos olhos. Pessoas de todos os cantos do mundo viajavam para essa próspera cidade em busca de tratamento. Na cidade mais importante do mundo no tratamento de doenças dos olhos, havia uma grande cegueira espiritual, que estava atingindo a própria igreja. Então, Jesus exorta a igreja a comprar colírio para ungir os seus olhos, a fim de ver com clareza as realidades espirituais.
A mensagem do evangelho é imutável. Ela atravessa os séculos e não sofre variação. Porém, precisamos conhecer a geografia, a história e a cultura da cidade onde estamos inseridos, para fazermos conexões oportunas e pertinentes na comunicação do evangelho. Precisamos ler o texto e o contexto; precisamos interpretar a palavra e o povo. John Stott, um dos maiores expositores bíblicos de todos os tempos, falecido no dia 27 de julho de 2011, disse acertadamente que o sermão é uma ponte entre dois mundos: o texto antigo e o ouvinte contemporâneo. Que Deus nos ajude a abrir os olhos espirituais para fazermos as conexões necessárias, a fim de comunicarmos com mais eficácia a mensagem gloriosa do evangelho.
Texto escrito por Pr.Hernandes Dias Lopes
PARABÉNS AO Pr HERNANDES PELO BELO TEXTO.
REALMENTE NECESSITAMOS DA AJUDA DE DEUS PARA QUE POSSAMOS ABRIR OS OLHOS ESPIRITUAIS.
NOSSA COMUNICAÇÃO É VALIOSA ENQUANTO CRISTÃOS .
MUITA PAZ! EMYLUZ.
sexta-feira, 2 de março de 2012
ENSAIO ABORDANDO O TEMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SEUS BENEFÍCIOS PARA A PRESERVAÇÃO DA CRIAÇÃO.
AMPARADO NO PRINCÍPIO DA BÍBLIA SAGRADA. (Gênesis, cap. 01, 02,03).
MESTRADO EM DIVINDADE >Seminário Teológico AMID – SEAMID.
Professor: Dr. José Roberto Cristófani.
Disciplina: Exegese do Antigo Testamento.
POEMA CRIADO: MESTRANDA, EMÍLIA IGNÁCIO JACOMINI-GUARATUBA/PR.
A NATUREZA QUE DEUS NOS PROPORCIONOU
DEUS criou os céus e a terra;
Numa forma vazia, entre trevas e abismo.
Luz, trevas e escuridão,
Numa tamanha dimensão, DEUS fez a separação.
Haja luz e houve luz;
Tarde e manhã do dia primeiro;
Criou a noite e o dia;
O nosso DEUS verdadeiro.
E da expansão entre águas e águas, o Céu, DEUS nominou.
E juntando-se as águas a Terra foi criada, numa porção seca debaixo dos céus.
E disse DEUS: produza a terra erva verde, erva que dê semente e árvore frutífera que dê fruto;
Que a semente esteja nela sobre a Terra, segundo a sua espécie.
Abrilhantando a expansão dos céus, Deus criou os luminares, para alumiar a Terra.
Luminar maior, “SOL”, para governar o dia e luminar menor “LUA”, para governar a noite.
Isolando luz e trevas, viu Deus que era bom, criando também as estrelas.
Milhões de astros reluzentes, piscando na escuridão, clarificando o grande céu, em toda extensão.
No ajuntamento das águas, nosso lindo mar foi brotado.
Produzindo almas viventes, segundo a sua espécie, disse assim nosso DEUS:
Frutificai e multiplicai-vos, enchei as águas dos mares. E... Completando..., a beleza da criação;
DEUS criou também os pássaros, enfeitando os céus de cada Nação.
Toda Sua Criação, todos os seres viventes; na Terra DEUS assentou.
E para nos servir de alimento, nas mãos do homem colocou
Criando o Jardim do Éden, deu-o para lavrá-lo e guardar.
Mas o homem curioso comeu da fruta proibida, da árvore da ciência do bem e do mal,
Desobedecendo assim a autoridade de DEUS, criando a partir daí, a malícia e o pecado,
Sendo expulso do paraíso, o homem ADÃO, por DEUS Criado,
Passou a arar a Terra, do qual ele fora tomado,
Que com o suor do teu rosto, o pão dela comerá.
Até o fim de teus dias, em que a Terra retornará.
Refletindo o poema: Podemos lançar mão de reflexões sobre as revelações de DEUS para o homem através da Bíblia Sagrada, que através de parábolas orienta e direciona o caminho que a humanidade deve seguir, para que tenha vida em abundância segundo a sua vontade. “Tomou, pois, o Senhor Teu Deus ao homem e o colocou no Jardim do Éden para cultivá-lo e o guardar. (A BÍBLIA, Gênesis 2:15). A fé cristã expressa em palavras bíblicas, nossa relação com os seres da Terra para produzir nossa existência, pelo trabalho do cultivar, nossa responsabilidade para com o meio ambiente, assegurando a continuidade da vida pelo guardar.
No início da criação, como um presente dado por Deus, o homem respirava o ar, como um sopro para a vida, valorizando a terra com suas maravilhas, vibrando com as árvores e o perfume das flores que compunha essa maravilhosa natureza. Defendia a obra prima da Criação de DEUS com a visão profética de que foi criada, refletindo sempre da maneira mais profunda sobre o mistério da ação de DEUS na Obra da Vida. Tudo o que o homem fazia com o ar, com a terra e com o mar parecia desprovido de maldade. Isso se fazia resplandecer a inteligência que DEUS lhe proporcionou intervir no mundo criado e dele servir-se para manter a vida na terra. Situando-se ainda nesse contexto, o homem criou o local de morada, de forma equilibrada, produzindo alimentos para o sustento, não agredindo o restante dos seres vivos, preservando a ação de procriação segundo palavras proféticas do Criador.
Numa natureza de abundantes recursos onde bastava ao Homem apenas “esticar” a mão e sempre haveria mais recursos, supostamente inesgotáveis, para desfrutar. A presença do homem no mundo era inquestionável e disto partia qualquer obrigação no comportamento humano, na ação de preservação desses recursos. No entanto, há hoje indícios de uma possível destruição do mundo pelos seres humanos que com o decorrer do tempo a humanidade foi-se transformando e o rompimento do equilíbrio da mãe natureza foi se perdendo trazendo conseqüências catastróficas ao planeta. O aumento excessivo na demanda de recursos naturais escassos, o intenso uso de matéria-prima e energia fez surgir vários problemas ecológicos de dimensões globais. Vale aqui registrar alguns casos: a escassez anunciada do petróleo e da água potável, a desertificação do solo, a diminuição da biodiversidade, aquecimento global, entre muitos outros, que vistos no seu conjunto evidenciam a inviabilidade da nossa própria sobrevivência. Os gravíssimos problemas que estão ocorrendo com o aquecimento global não devem ser atribuídos apenas á uma parcela da classe empresarial, pois os governantes, também, têm a sua parte de responsabilidade na degradação do meio ambiente. Políticas públicas ineficientes, fiscalização insuficiente, investimentos em saneamento básico aquém das necessidades, excesso de burocracia e corrupção, são fatores da mesma equação – ações públicas eficazes. Acompanhar rigorosamente, e validar, cada uma das etapas do processo operacional da fabricação de produtos, e da prestação de serviços, é procedimento obrigatório para garantir o equilíbrio do meio ambiente e a melhoria continuada da qualidade de vida. Numa simples reflexão sobre alguns textos da Bíblia (Gênesis 1, 24-31 + 2,1-19 e Deuteronômio 8,7-10), podemos encontrar referências sobre a preservação do meio ambiente, desenvolvimento sustentável do ser humano e a destinação social dos recursos naturais da terra. O homem tem a obrigação de garantir a existência física deste mundo, ou seja, protegê-lo das ameaças que o põem em perigo, bem como, assegurar a felicidade das gerações atuais e a existência das gerações futuras. Uma vida harmonicamente equilibrada. Uma autêntica humanidade que exerçam o seu dever na ética da solidariedade, da simpatia, da equidade, da compaixão, da preservação ambiental acima de tudo. Valores ao quais devemos respeitar hoje. Essa é a nossa responsabilidade. É na natureza que sentimos que estamos vivos e fazemos parte de uma energia maior.
Na velhice, eu gostaria de viver na mata entre as árvores, ou na praia, olhando o mar para decifrar os seus segredos. Ter o prazer de envelhecer no bem-estar e num caminho agradável. Quero ter a alegria de viver a natureza, as matas, respirar ar puro entre as árvores adentrar a floresta com bastante verde ouvindo os pássaros cantar. Quero envelhecer contando as estrelas, ouvindo o riso das crianças, o ruído das cachoeiras, na purificação das águas.
Enfim! Transcendendo com a natureza.
Obrigada aos amigos, às fontes de pesquisas. Se alguém se identificar com o tema pode manifestar-se nos comentários que terei grande prazer em postá-lo.
{Direitos reservados ao poema}.
Obrigada Deus pela maior fonte de pesquisa e reflexão que nos foi fornecida que é a BIBLIA SAGRADA.
SANTO É O SENHOR REI DO UNIVERSO! MARAVILHOSO É TU!
DÍGNO DE TODA HONRA, TODA GLÓRIA E TODO LOUVOR!
“Vislumbre o mundo maravilhoso que temos a obrigação de preservar. Pena que não tenhamos noção da maravilha que Deus nos proporcionou”.
AMPARADO NO PRINCÍPIO DA BÍBLIA SAGRADA. (Gênesis, cap. 01, 02,03).
MESTRADO EM DIVINDADE >Seminário Teológico AMID – SEAMID.
Professor: Dr. José Roberto Cristófani.
Disciplina: Exegese do Antigo Testamento.
POEMA CRIADO: MESTRANDA, EMÍLIA IGNÁCIO JACOMINI-GUARATUBA/PR.
A NATUREZA QUE DEUS NOS PROPORCIONOU
DEUS criou os céus e a terra;
Numa forma vazia, entre trevas e abismo.
Luz, trevas e escuridão,
Numa tamanha dimensão, DEUS fez a separação.
Haja luz e houve luz;
Tarde e manhã do dia primeiro;
Criou a noite e o dia;
O nosso DEUS verdadeiro.
E da expansão entre águas e águas, o Céu, DEUS nominou.
E juntando-se as águas a Terra foi criada, numa porção seca debaixo dos céus.
E disse DEUS: produza a terra erva verde, erva que dê semente e árvore frutífera que dê fruto;
Que a semente esteja nela sobre a Terra, segundo a sua espécie.
Abrilhantando a expansão dos céus, Deus criou os luminares, para alumiar a Terra.
Luminar maior, “SOL”, para governar o dia e luminar menor “LUA”, para governar a noite.
Isolando luz e trevas, viu Deus que era bom, criando também as estrelas.
Milhões de astros reluzentes, piscando na escuridão, clarificando o grande céu, em toda extensão.
No ajuntamento das águas, nosso lindo mar foi brotado.
Produzindo almas viventes, segundo a sua espécie, disse assim nosso DEUS:
Frutificai e multiplicai-vos, enchei as águas dos mares. E... Completando..., a beleza da criação;
DEUS criou também os pássaros, enfeitando os céus de cada Nação.
Toda Sua Criação, todos os seres viventes; na Terra DEUS assentou.
E para nos servir de alimento, nas mãos do homem colocou
Criando o Jardim do Éden, deu-o para lavrá-lo e guardar.
Mas o homem curioso comeu da fruta proibida, da árvore da ciência do bem e do mal,
Desobedecendo assim a autoridade de DEUS, criando a partir daí, a malícia e o pecado,
Sendo expulso do paraíso, o homem ADÃO, por DEUS Criado,
Passou a arar a Terra, do qual ele fora tomado,
Que com o suor do teu rosto, o pão dela comerá.
Até o fim de teus dias, em que a Terra retornará.
Refletindo o poema: Podemos lançar mão de reflexões sobre as revelações de DEUS para o homem através da Bíblia Sagrada, que através de parábolas orienta e direciona o caminho que a humanidade deve seguir, para que tenha vida em abundância segundo a sua vontade. “Tomou, pois, o Senhor Teu Deus ao homem e o colocou no Jardim do Éden para cultivá-lo e o guardar. (A BÍBLIA, Gênesis 2:15). A fé cristã expressa em palavras bíblicas, nossa relação com os seres da Terra para produzir nossa existência, pelo trabalho do cultivar, nossa responsabilidade para com o meio ambiente, assegurando a continuidade da vida pelo guardar.
No início da criação, como um presente dado por Deus, o homem respirava o ar, como um sopro para a vida, valorizando a terra com suas maravilhas, vibrando com as árvores e o perfume das flores que compunha essa maravilhosa natureza. Defendia a obra prima da Criação de DEUS com a visão profética de que foi criada, refletindo sempre da maneira mais profunda sobre o mistério da ação de DEUS na Obra da Vida. Tudo o que o homem fazia com o ar, com a terra e com o mar parecia desprovido de maldade. Isso se fazia resplandecer a inteligência que DEUS lhe proporcionou intervir no mundo criado e dele servir-se para manter a vida na terra. Situando-se ainda nesse contexto, o homem criou o local de morada, de forma equilibrada, produzindo alimentos para o sustento, não agredindo o restante dos seres vivos, preservando a ação de procriação segundo palavras proféticas do Criador.
Numa natureza de abundantes recursos onde bastava ao Homem apenas “esticar” a mão e sempre haveria mais recursos, supostamente inesgotáveis, para desfrutar. A presença do homem no mundo era inquestionável e disto partia qualquer obrigação no comportamento humano, na ação de preservação desses recursos. No entanto, há hoje indícios de uma possível destruição do mundo pelos seres humanos que com o decorrer do tempo a humanidade foi-se transformando e o rompimento do equilíbrio da mãe natureza foi se perdendo trazendo conseqüências catastróficas ao planeta. O aumento excessivo na demanda de recursos naturais escassos, o intenso uso de matéria-prima e energia fez surgir vários problemas ecológicos de dimensões globais. Vale aqui registrar alguns casos: a escassez anunciada do petróleo e da água potável, a desertificação do solo, a diminuição da biodiversidade, aquecimento global, entre muitos outros, que vistos no seu conjunto evidenciam a inviabilidade da nossa própria sobrevivência. Os gravíssimos problemas que estão ocorrendo com o aquecimento global não devem ser atribuídos apenas á uma parcela da classe empresarial, pois os governantes, também, têm a sua parte de responsabilidade na degradação do meio ambiente. Políticas públicas ineficientes, fiscalização insuficiente, investimentos em saneamento básico aquém das necessidades, excesso de burocracia e corrupção, são fatores da mesma equação – ações públicas eficazes. Acompanhar rigorosamente, e validar, cada uma das etapas do processo operacional da fabricação de produtos, e da prestação de serviços, é procedimento obrigatório para garantir o equilíbrio do meio ambiente e a melhoria continuada da qualidade de vida. Numa simples reflexão sobre alguns textos da Bíblia (Gênesis 1, 24-31 + 2,1-19 e Deuteronômio 8,7-10), podemos encontrar referências sobre a preservação do meio ambiente, desenvolvimento sustentável do ser humano e a destinação social dos recursos naturais da terra. O homem tem a obrigação de garantir a existência física deste mundo, ou seja, protegê-lo das ameaças que o põem em perigo, bem como, assegurar a felicidade das gerações atuais e a existência das gerações futuras. Uma vida harmonicamente equilibrada. Uma autêntica humanidade que exerçam o seu dever na ética da solidariedade, da simpatia, da equidade, da compaixão, da preservação ambiental acima de tudo. Valores ao quais devemos respeitar hoje. Essa é a nossa responsabilidade. É na natureza que sentimos que estamos vivos e fazemos parte de uma energia maior.
Na velhice, eu gostaria de viver na mata entre as árvores, ou na praia, olhando o mar para decifrar os seus segredos. Ter o prazer de envelhecer no bem-estar e num caminho agradável. Quero ter a alegria de viver a natureza, as matas, respirar ar puro entre as árvores adentrar a floresta com bastante verde ouvindo os pássaros cantar. Quero envelhecer contando as estrelas, ouvindo o riso das crianças, o ruído das cachoeiras, na purificação das águas.
Enfim! Transcendendo com a natureza.
Obrigada aos amigos, às fontes de pesquisas. Se alguém se identificar com o tema pode manifestar-se nos comentários que terei grande prazer em postá-lo.
{Direitos reservados ao poema}.
Obrigada Deus pela maior fonte de pesquisa e reflexão que nos foi fornecida que é a BIBLIA SAGRADA.
SANTO É O SENHOR REI DO UNIVERSO! MARAVILHOSO É TU!
DÍGNO DE TODA HONRA, TODA GLÓRIA E TODO LOUVOR!
“Vislumbre o mundo maravilhoso que temos a obrigação de preservar. Pena que não tenhamos noção da maravilha que Deus nos proporcionou”.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
“... sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16.18b )Neste texto, Jesus se apresenta como o grande edificador da Igreja, aquele que faria dela uma bênção para todas as nações. Este deve ser o propósito da Igreja: ser bênção, ser um lugar de solução para os problemas da vida, um lugar de misericórdia, de perdão, de cura das feridas, de vencer dúvidas e crises, um lugar de restauração!
Este é o grande desafio que precisamos vencer. A cada dia nos tornarmos uma igreja bíblica, contextualizada com a realidade da nossa época, livre de todos os tabus e preconceitos puramente humanos. Sermos uma igreja viva, poderosa e atuante. Uma igreja diferente, uma igreja cheia de motivação, de alegria e comunhão.
O propósito de Deus é levantar uma geração de servos “segundo o Seu coração”, dispostos, compreendendo e abraçando a visão de ganhar almas, uma geração capaz de colaborar com voluntariedade e comprometimento para com o reino, a fim de gerar novos discípulos para glória do Senhor. O projeto de Deus é que como igreja alcancemos a nossa geração e sejamos um pronto socorro para doentes espirituais, um refúgio para os oprimidos, um bálsamo para os cansados.
Vivemos um tempo de profunda instabilidade. Tempo de tristeza coletiva, de contratos temporais, onde tudo dura muito pouco. É preciso voltar os nossos olhos para o exemplo de Jesus – da aproximação, dos olhos nos olhos, da amizade desinteressada, de relacionamentos significativos, de uma percepção mais real do mundo, de nós mesmos e da nossa vocação.
Um dos maiores desafios da Igreja de Cristo em nosso tempo é o de definir adequadamente sua identidade, porque há uma crise de identidade eclesiológica hoje em nosso meio. A igreja está sendo questionada. Sua estrutura, forma litúrgica, vida e missão encontram-se sob o crivo da análise crítica. É preciso refletir sobre o conceito que ela tem de si mesma e como justifica sua presença no mundo.
Quando Davi fugia de Saul, escondeu-se na caverna de Adulão. A ele veio se juntar uma turma de desajustados: “... ajuntaram-se a ele todos os que se achavam em aperto, todos os endividados, e todos os amargurados de espírito...” (I Sm 22.2).Toda igreja deve ser uma caverna de Adulão. A Igreja deve exercer uma forte atração sobre as pessoas com problemas, dificuldades, desajustes e crises. A igreja é, na realidade, uma caverna de Adulão. Que corram para ela os aflitos e os amargurados. Era esse o tipo de gente que corria para Jesus! As pessoas devem ser aceitas como são, porque ser igreja é ter um envolvimento com pessoas para amadurecimento e crescimento mútuo.
A igreja deve celebrar sua fé sem artificialismo, de forma autêntica e espontânea, criando um ambiente profético para sua atuação no mundo. Deve olhar suas necessidades e cuidar de si, para poder ser útil ao reino de Deus como um todo. Deve ter o seu relacionamento expresso em amor, mostrando ser um refúgio, uma sociedade diferente daquela que o mundo conhece.
Pr Wedmar A. Resende
Advogado, pastor da Assembléia de Deus (Bueno – Campo de Campinas)
Este é o grande desafio que precisamos vencer. A cada dia nos tornarmos uma igreja bíblica, contextualizada com a realidade da nossa época, livre de todos os tabus e preconceitos puramente humanos. Sermos uma igreja viva, poderosa e atuante. Uma igreja diferente, uma igreja cheia de motivação, de alegria e comunhão.
O propósito de Deus é levantar uma geração de servos “segundo o Seu coração”, dispostos, compreendendo e abraçando a visão de ganhar almas, uma geração capaz de colaborar com voluntariedade e comprometimento para com o reino, a fim de gerar novos discípulos para glória do Senhor. O projeto de Deus é que como igreja alcancemos a nossa geração e sejamos um pronto socorro para doentes espirituais, um refúgio para os oprimidos, um bálsamo para os cansados.
Vivemos um tempo de profunda instabilidade. Tempo de tristeza coletiva, de contratos temporais, onde tudo dura muito pouco. É preciso voltar os nossos olhos para o exemplo de Jesus – da aproximação, dos olhos nos olhos, da amizade desinteressada, de relacionamentos significativos, de uma percepção mais real do mundo, de nós mesmos e da nossa vocação.
Um dos maiores desafios da Igreja de Cristo em nosso tempo é o de definir adequadamente sua identidade, porque há uma crise de identidade eclesiológica hoje em nosso meio. A igreja está sendo questionada. Sua estrutura, forma litúrgica, vida e missão encontram-se sob o crivo da análise crítica. É preciso refletir sobre o conceito que ela tem de si mesma e como justifica sua presença no mundo.
Quando Davi fugia de Saul, escondeu-se na caverna de Adulão. A ele veio se juntar uma turma de desajustados: “... ajuntaram-se a ele todos os que se achavam em aperto, todos os endividados, e todos os amargurados de espírito...” (I Sm 22.2).Toda igreja deve ser uma caverna de Adulão. A Igreja deve exercer uma forte atração sobre as pessoas com problemas, dificuldades, desajustes e crises. A igreja é, na realidade, uma caverna de Adulão. Que corram para ela os aflitos e os amargurados. Era esse o tipo de gente que corria para Jesus! As pessoas devem ser aceitas como são, porque ser igreja é ter um envolvimento com pessoas para amadurecimento e crescimento mútuo.
A igreja deve celebrar sua fé sem artificialismo, de forma autêntica e espontânea, criando um ambiente profético para sua atuação no mundo. Deve olhar suas necessidades e cuidar de si, para poder ser útil ao reino de Deus como um todo. Deve ter o seu relacionamento expresso em amor, mostrando ser um refúgio, uma sociedade diferente daquela que o mundo conhece.
Pr Wedmar A. Resende
Advogado, pastor da Assembléia de Deus (Bueno – Campo de Campinas)
Quero parabenizar o Pastor Wedmar pelo belo texto, o qual fiz questão de postar com muito prazer no meu blog, para propagar conhecimentos de uma forma autêntica de igreja atual.
Que este texto sirva de reflexão para muitos sobre que igreja temos hoje e que Igreja Jesus Cristo deixou escrito que tivéssemos em (Mat.16:18). ?????????????????????????????????????
Um dos planos de Deus nas nossas vidas.Perfeito!
Definição de filho por José Saramago - dizem:
"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo".
Definição de filho por José Saramago - dizem:
"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo".
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
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