Quem ama as pessoas desprezadas como Ele amou? Quem acaricia os humildes de nossa espécie e os honra como seres humanos ímpares? Quem empresta seu tempo, sua atenção, sua emoção para aquecer os feridos de alma? Com suas palavras simples e profundas o mestre golpeou drasticamente não apenas os fariseus, mas todos nós. Criticava contundentemente a falta de humanidade dos fariseus e dos mestres da lei. Opunha-se ao julgamento preconcebido que faziam das pessoas à arrogância deles.Suas críticas eram suaves, usando sempre sábias palavras e parábolas para os incentivar a pensar e reciclar os fundamentos de suas vidas.
A emoção do Mestre era imensurável. Ele se preocupava com todas as pessoas que sofriam. Desejava ardentemente que cada pessoa não se sentisse inferior diante do desprezo e das dificuldades sociais que viviam. Se alguém almejasse ser seu discípulo, tinha de alargar os horizontes do seu pequeno mundo e incluir as pessoas, tinha de se deixar ser invadido por um amor que o impelisse a cuidar delas.
O egoísmo, o orgulho e o individualismo são vírus da alma que nunca morrem. Você pode controlá-los, mas nunca eliminá-los. Se não os combater continuamente, eles um dia eclodirão sorrateiramente, infectando nossa emoção e nos distanciando paulatinamente das pessoas.
Tenhamos que viver o amor de Cristo para que se agrade de nossas obras e nos aproxime cada vez mais no caminho rumo ao REINO DE DEUS.
Fonte de leitura: O Mestre da Vida: Augusto Cury.
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